Esta transcrição foi gerada automaticamente por Inteligência Artificial e pode conter erros ou imprecisões.
Novo episódio da Guerra Traduzida, desta vez com os destaques da imprensa russa. Seguimos com a jornalista Diana Rosa. Diana, o ex-presidente russo volta a ameaçar Donald Trump, diz que o envio de mísseis de longo alcance para a Ucrânia pode acabar mal para o chefe de Estado norte-americano.
Os dois, Dmitry Medvedev e Donald Trump, não se dão lá muito bem. Já trocaram várias acusações. O vice-presidente do Conselho de Segurança da Rússia, que foi chefe de Estado do país entre 2008 e 2012, sugere que a Rússia pode emitir uma resposta nuclear caso a Ucrânia receba e dispare foguetes de longo alcance contra alvos dentro da Rússia, os chamados mísseis Tomahawk. Em uma publicação no Telegram, citada pela imprensa russa, Medvedev diz que ninguém vai sair bem se isso acontecer, mas, em primeiro lugar, quem não vai sair bem é o presidente dos Estados Unidos. De resto, os dois já trocaram acusações um pouco feias, como por exemplo, Donald Trump dizer que Medvedev é estúpido, Medvedev dizer que Donald Trump é doente psicológico.
Coisas simpáticas, portanto.
São muito simpáticos um com o outro. Desta vez, o responsável russo diz que o fornecimento de armas à Ucrânia traz o risco de uma escalada ainda maior, já que os Estados Unidos supostamente iriam precisar ajudar o país a atirar em alvos na Rússia, porque não tem pessoas especializadas para isso.
As autoridades belgas estão a preparar a população do país para um confronto militar com a Rússia.
A TASS diz que o país está a tentar vender à população a ideia da militarização da economia em detrimento da resolução de questões socioeconômicas urgentes. Diz o embaixador russo em Bruxelas que a imprensa local está repleta de artigos sobre a notória ameaça russa e pede que a Europa se prepare para a guerra. Este diplomata acusa o vice-primeiro-ministro e ministro da Defesa da Bélgica de diariamente apresentar novos planos ambiciosos para implementar uma visão estratégica do rearmamento do país que ele mesmo criou. Para a Rússia, isto serve apenas para que a Bélgica não preste contas por não investir mais em projetos sociais no setor da saúde.
E Diana, Melania Trump, primeira-dama dos Estados Unidos, diz que tem um canal aberto de comunicação com Vladimir Putin.
Quem diria? Melania Trump garante que tem estado em contacto com o presidente russo, em particular para falar sobre o destino das crianças sequestradas pela Rússia na guerra da Ucrânia. Num anúncio na Casa Branca, a mulher de Donald Trump adianta que oito crianças foram reunidas com as famílias ainda esta semana, depois destas negociações com a equipe de Putin. Melania Trump diz que o presidente russo respondeu a uma carta que ela enviou através do marido, quando os dois estiveram reunidos no Alasca em agosto. Putin respondeu também por escrito, sinalizando a disponibilidade a se envolver diretamente em conversas com Melania e descreveu detalhes sobre as crianças ucranianas que residem na Rússia. Desde então, os dois têm conversado. A primeira-dama diz que ambos os lados também tiveram várias reuniões e ligações secretas, mas todas de boa-fé.
E Cuba nega qualquer envolvimento na guerra na Ucrânia, garante que não enviou soldados para o terreno.
Uma alegação que tinha sido feita pelos Estados Unidos. Num comunicado do Ministério Cubano dos Negócios Estrangeiros, pode ler-se que o governo do país rejeita as falsas acusações que a administração norte-americana está a espalhar sobre o suposto envolvimento de Cuba no conflito militar. O relatório dos Estados Unidos diz que 26 cubanos foram condenados a penas de prisão que variam de cinco a 14 anos por atividades mercenárias desde setembro de 2023, quando circularam relatos de cubanos que estavam supostamente a ser enviados para a linha de frente, com o porta-voz do Departamento de Estado norte-americano a dizer que o regime de Cuba falhou em proteger os seus cidadãos de serem usados como peões na guerra russo-ucraniana. Ainda em maio, uma iniciativa do governo da Ucrânia, que incentiva combatentes inimigos a renderem-se, afirmou ter dados sobre mais de mil mercenários cubanos recrutados pela Rússia. Foram avançados nomes e outros dados pessoais. Cuba, aliás, diz que é mentira.
Ponto final na Guerra Traduzida com a jornalista Diana Rosa. Voltamos amanhã.
Até amanhã.