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Este programa tem o apoio da AEG. A poluição urbana do ar é uma das principais causas de doenças provocadas por fatores ambientais. Quem vive nas grandes cidades está mais exposto aos elevados níveis de poluição atmosférica, tendo maior suscetibilidade de desenvolver doenças respiratórias e cardiovasculares. Mas e dentro das nossas casas, será que o ar que respiramos é saudável? E se eu, Joana Barrios, lhe disser que o ar da sua casa pode ser tão ou mais poluído que o do exterior? Juro que não estou a mentir. Claro que vai depender, em parte, da zona em que vive e da própria casa. A boa notícia é que há formas de tornar o ar dentro de casa menos poluído. Como? Com a escolha certa de ares condicionados, aspiradores e purificadores de ar, como os da AEG, que são bons para o ambiente e para você. Até rimei. Se todos fizéssemos estas escolhas inteligentes, inalaríamos um ar mais puro e viveríamos com uma maior sensação de bem-estar. E por falar em bem-estar, no terceiro episódio de AEG Green Affair, um podcast desenvolvido pela AEG e pela Rádio Observador, tenho como convidada a rainha do well being, que é como quem diz bem-estar, em inglês. Isabel Silva. Isabel, bem-vinda.
Obrigada, Joana. Gostei muito dessa introdução. É sempre interessante ver como é que as pessoas olham para nós, a rainha do well being, porque na verdade, esta condição de bem-estar, todos nós temos o direito a sentirnos bem.
Lutar um pouco por isso, não é?
Sim, porque a saúde não é tudo, mas tudo sem ela não é nada. E aquilo que ela nos dá é tão poderoso, é tão bom, que eu acho que tem mesmo de haver uma disciplina nessa vontade de nos sentirmos bem.
Quantos quilômetros já correres hoje?
Olha, por acaso, eu estou a preparar uma maratona para o próximo ano. Mas hoje foi um treino mais ligeiro. Fiz uns 7 km, 40 minutos.
Foi rápido, uma coisa simples. Quando é que começou esta preocupação maior pelo bem-estar?
Na verdade, esta preocupação eu acho que já nasceu na barriga da minha mãe, porque isto tem muito a ver com a nossa educação, com a forma como nos educam, como nos fazem olhar para a vida. E eu, quando me lembro de mim, enquanto ser humano, desde miúda que pratico atividade física. Lembro-me que andei na ginástica rítmica, nas danças, joguei basquetebol, pratiquei imenso desporto e portanto sempre foi algo que me foi inato e sempre vi os meus pais a fazerem isso, da mesma forma que sempre vi a minha mãe a cozinhar de uma forma natural, a privilegiar uma comida simples, honesta. Então sempre me habituei também a esse sabor natural dos alimentos. Eu acho que quando tu desde miúda tens estes hábitos, é algo que depois se torna inato e é superorgânico, depois levas isso para o resto da tua vida. Por isso é que a educação é tudo.
Quando falamos em bem-estar, levamos muito esta questão para a alimentação, que acabaste de referir, para o exercício físico, mas o bem-estar também se relaciona com o impacto ambiental e o impacto que o ambiente tem nas nossas vidas. Como estava a dizer na entrada do episódio, vivemos com uma qualidade de ar cada vez mais fraca, devido aos altos níveis de poluição. E a minha pergunta é: quando vais treinar, tens em conta a qualidade do ar no sítio onde treinas?
Tenho. Muitas das vezes eu acho que a vida, o mais importante é vivermos em equilíbrio. Não podemos viver nos extremos, mas tento todos os dias da minha vida, ter uma atitude cuidadora com a minha saúde e com a saúde do planeta, porque para mim são dois pontos, que é tu sentires que estás a impactar para o bem, mas também estás a impactar a tua casa para o bem. Por exemplo, quando pratico atividade física, como vivo na cidade, em Lisboa, eu ao fim de semana tenho uma necessidade enorme de ter banhos de floresta, ou seja, fazer uma caminhada, seja no campo, seja em Monsanto, seja uma corrida à beira-mar. Eu gosto muito de correr ali na zona de Caxias, Carcavelos, no Guincho, sentir o cheiro, a força do mar, aquele vento e portanto aquilo parece que estás a respirar o ar puro e aquilo é fundamental para me energizar até para o resto da semana. Mesmo em Lisboa, quando eu corro, por exemplo, ainda hoje eu fui correr 40 minutos, mas aquilo que eu privilegio, que eu gosto de fazer, é escolher ambientes onde eu sei que ainda não há muito trânsito. Eu vou muito cedo. Gosto de ver o dia a nascer, tudo bem que agora os dias já estão mais curtos, mas por volta das 7h, eu corro na zona do Campo Grande e não vês ainda muitos carros, parece que não sentes tanta poluição. E corro num pulmão, que é ali no Campo Grande, que há ali muitas árvores, há ali um espaço verde. E então, mesmo para a corrida, que estou a recrutar e estou a precisar de mais oxigênio, eu ali sinto que estou a respirar.
E esse cuidado que tens fora de casa também existe dentro de casa?
Claro. E é isso que eu também queria dizer. Respirar é vida. Eu tenho lá um livro em casa que se chama "Breathe, You Are Alive". E a verdade é que nós às vezes esquecemos do impacto que a respiração tem na nossa vida, porque quanto mais profundamente respiramos, quanto melhor respiramos, estamos a levar mais oxigênio para as nossas células e o nosso organismo vai funcionar muito melhor. Então é preciso aprender a respirar e é preciso escolher os locais onde eu vou respirar o melhor ar. E eu tenho essa atenção, por isso é que, seja na rua, seja a correr, mesmo em casa, eu também tenho esse cuidado. Por exemplo, a minha sala onde eu trabalho, eu adoro ter plantas. Para além da boa energia que elas me dão, as plantas também têm essa capacidade de promover um melhor ambiente na casa e de limpar toxinas. Não sou uma especialista, mas quando compro as minhas plantas, tenho esse propósito. E depois também, porque como tenho o Caju, um cão, tenho ainda mais preocupação de ter uma boa qualidade de ar na minha casa. Olha, estavas agora a falar no início desta entrevista, uma das coisas que eu adoro e que tenho lá em casa é um purificador de ar da AEG. É incrível. Quando estou a trabalhar, eu tenho as janelas fechadas, eu ligo o purificador em modo eco, porque energeticamente é mais eficiente. Ligo em modo eco, eu estou ali a trabalhar e aquilo está a purificar o ar. É uma diferença do antes para o depois, mas é mesmo. É uma diferença brutal. E tenho esse cuidado, também tenho o cão e obviamente ter um bom aspirador para mim também é fundamental.
Ajuda, não é?
Sim, e tem que ser um aspirador que tenha um bom filtro. Porque tu estás a aspirar, mas se não tem um bom filtro, depois torna a mandar para fora e isso não pode ser. E como também tenho o Caju, ele larga muito pelo. E principalmente na altura da mudança de estação. Por exemplo, ele está sempre em cima dos sofás e eu tenho sempre os sofás cheios de pelos, é uma realidade, eu já aceitei, já me adaptei. Então a solução é eu tenho mesmo que ter um bom aspirador. E o aspirador, como é que se chama aquilo?
Chama-se S7000.
Esse aspirador é incrível, porque é um aspirador vertical, mas depois tem um extra específico para pet, que é mesmo uma escova que tu colocas no aspirador e é mesmo específico para limpar os sofás. Impecável, aquilo é incrível. Se fores lá a casa, vais ver.
Portanto, ele larga pelo, mas não há pelo.
Exatamente, ele larga pelo, mas não há pelo quando eu uso o meu aspirador. Mas tudo isto são alguns exemplos para te dizer que importa muito aquilo que respiramos e importa escolhermos os melhores locais, não só na rua, mas sobretudo dentro de nossa casa. E temos que respirar bem, respirar é vida. Agora poderíamos estar aqui a falar da importância de respirar e do ato de respirar, isso eram outros 500. Mas é importante promovermos esse bom ambiente. E as plantas também.
É importante.
Para mim também é importante. E outra coisa que eu também gosto para promover um bom ambiente em casa, já agora, é, por exemplo, os óleos essenciais. Adoro ter óleos essenciais em casa para trazer um aroma, um ambiente mais revitalizante. Portanto, são tudo pequenos detalhes, mas todos juntos fazem uma grande diferença.
Bom, olha, da minha parte, muito obrigada, porque tu foste respondendo a tudo sem necessidade de perguntar, sequer. Num relatório de 2020, a ONU estimou que o ar poluído do interior das casas pode ter matado 3,2 milhões de pessoas anualmente. Abrir as janelas, deixar o ar circular e escolher equipamentos que realmente cuidem do ambiente em casa, como a linha Ecoline da AEG, são estratégias que pode adotar e sem pôr em causa o ambiente. Isabel, muito obrigada por teres aceito este convite e por teres inspirado a promover o bem-estar. Quanto a si, que nos ouve, obrigada por nos ter acompanhado nesta viagem pelo mundo do wellbeing. Já sabe, o meu nome é Joana Barrios e juntamente com a AEG conto consigo no próximo episódio do "Green Affair", aqui na Rádio Observador, ou se preferir, no site ou nas plataformas de podcast Google Podcast, Spotify e Apple. Não se esqueça, faça escolhas sustentáveis.
Este programa tem o apoio da AEG.