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Este programa tem o apoio da AEG. Ao longo dos episódios de AEG Green Affair, temos vindo a falar sobre sustentabilidade no mundo da moda, na alimentação, sustentabilidade sem pôr em causa o nosso bem-estar. Hoje, o mundo está mais desperto para este tema. A forma como consumimos mudou e a procura de produtos e serviços que tenham impacto positivo no meio ambiente aumentou, e ainda bem. Estarão os consumidores então a mudar o paradigma das marcas? Que impacto podem as marcas ter no mundo e no planeta? O papel das marcas deixou de ser o da mera procura do lucro. Para debater sobre este papel em sociedade, tenho comigo Marisa Pires, Sales Head Portugal do grupo Electrolux, do qual faz parte a AEG. Marisa, muito bem-vinda ao quarto e último episódio deste podcast AEG Green Affair.

Olá, Joana. É um prazer estar aqui contigo, especialmente porque vamos falar de um tema que me é mesmo muito especial, que é a sustentabilidade. Na verdade, podíamos falar sobre qualquer um dos outros temas, da cozinha, sobre a moda e sobre esta forma responsável que tens de estar em sociedade, mas hoje o tema é sustentabilidade, por isso vamos a isso.

Muito bem. Uma vez que falamos de sustentabilidade e estando tu ligada há tantos anos a este mundo de marketing e vendas, tens notado nos últimos anos alguma diferença na forma como as pessoas consomem? Isto é, tornou-se importante o impacto de determinados produtos e marcas no meio ambiente?

Eu diria que sim. Sem dúvida que hoje os consumidores são diferentes, evoluíram. Esta nova geração de consumidores, especialmente se falarmos dos millennials, que hoje têm entre os 30 aos 40 anos, cresceram em tempos prósperos. Era relativamente fácil o acesso a bens e serviços. E cresceram basicamente com o dedo em cima da enciclopédias digitais. Portanto, eles são muito exigentes, a informação para eles é fácil e hoje não lhes chega ter acesso a um produto. É uma espécie de Pirâmide de Maslow, querem produtos mais eficientes, querem produtos mais sustentáveis e, acima de tudo, responsabilizam as marcas, querem que as marcas tenham papel ativo. E posso contar-te que a nível europeu fizemos um estudo chamado The Truth About Laundry, que tem dados específicos sobre Portugal. E neste estudo percebemos que mais de metade, mais precisamente 56% dos consumidores, já lava a 30 graus, portanto, passaram de lavar a 40 graus, que era o mais normal, para passar a lavar a 30 graus. Isto é um passo muito relevante. Mostra que esta consciência ambiental está cada vez mais presente. E claro, obviamente, eles acabaram e acabam por influenciar as gerações mais velhas e contaminá-los com estes bons exemplos. Eu diria que ainda bem. E portanto, respondendo à tua pergunta, também as marcas tiveram de adaptar a sua forma de atuar e têm de adaptar a esta nova realidade.

Em tempos, quando as marcas se limitavam a vender o seu produto, era diferente. Hoje, corrija-me se estiver errada, o papel das marcas já não é apenas o de gerar lucro. Devem também ter um impacto positivo no ambiente, na sociedade, na governança corporativa. A tão afamada sigla ESG, que faz parte dos 17 ODS, Objetivos de Desenvolvimento Sustentável criados pela ONU. A minha questão é: qual é para ti o papel atual das marcas?

Eu gostaria muito de te responder que o papel atual das marcas mudou e que a sustentabilidade passou a ser parte da estratégia das empresas, mas infelizmente essa não é a realidade, pelo menos não é em todo lado. E podemos dizer que há diferenças abissais entre a Europa e o Oriente, e mesmo se falarmos da América. Se virmos, por exemplo, a lista dos países mais sustentáveis, se olharmos para o top 10, são exclusivamente compostos por marcas europeias, com os países nórdicos a salientarem-se, como é óbvio. Mas os Estados Unidos, que recentemente deram um passo atrás com a saída do Acordo de Paris, estão em 43º. E se virmos, por exemplo, a China e a Índia, como sabemos, os países com maior população, sabemos o peso que representam nas emissões mundiais de CO₂, eles estão nas posições 160 e 180, que é a última posição. Portanto, isto é determinante. Mas posso dizer que eu sou uma otimista crônica e vejo que esta evolução recente é algo bom, é algo promissor, é positivo, é um claro sinal de esperança. E posso contar-te aquilo que assisto a trabalhar há mais de 20 anos no grupo Electrolux, que é uma empresa de origem sueca. Na Electrolux, o que costumamos dizer é que não tem uma política de sustentabilidade. Isto faz parte do nosso ADN, como a empresa sueca que somos. Posso dizer que a nossa política ambiental foi publicada pela primeira vez em 93, já há muitos anos. E a verdade é que durante todos estes anos, esta forma de trabalhar, esta responsabilidade com a sustentabilidade, é aquilo que costumávamos dizer que é o nosso segredo mais bem guardado. Nós fazíamos isto e não dizíamos a ninguém. Isto não foi criado recentemente para ir atrás de uma moda, porque traz um retorno financeiro, não é esse o objetivo. E como imaginas, é um orgulho muito grande para todas as pessoas que trabalham na Electrolux representar estes valores. E o que vemos neste momento é que também para os nossos parceiros da distribuição, cada vez mais se preocupam em ter fornecedores responsáveis, especialmente numa altura em que o greenwashing se torna cada vez mais comum. É mesmo preciso separar o trigo do joio e saber o que está por trás de cada uma das estratégias. E é com orgulho que digo que o grupo Electrolux foi a primeira empresa do setor e uma das primeiras empresas a nível global a participar na iniciativa Science Based Targets para reduzir a emissão de gases de estufa. Com isto queremos evitar que a temperatura do planeta aumente mais de um grau e meio, todos estes objetivos que se tem vindo a falar nos últimos anos. E em março, quando saiu o relatório de sustentabilidade referente a final de 2022, fomos bastante surpreendidos, porque os targets que estavam definidos para 2025 já foram ultrapassados. Nós tínhamos como target para 2025 uma redução de 80% nas emissões de carbono nas nossas operações, nas nossas fábricas, e em final do ano passado já tínhamos atingido 82% de redução. Também nas emissões de carbono pela utilização do produto, o target era reduzir mais de 25, e já o conseguimos fazer no final do ano passado, três anos antes do tempo. O nosso plano é muito claro, não ficamos por aqui e queremos alcançar a neutralidade climática nas nossas operações até 2030 e em toda a cadeia de valor, tanto a montante com fornecedores como a jusante, até 2050. É este o nosso plano.

Muito bem. Aliás, é uma coisa bastante comum nas empresas de origem nórdica.

Exatamente.

Esta preocupação permanente que acaba agora por ser Ganha esta visibilidade, mas como tu dizias, e muito bem, sempre sem necessidade de ostentar esta bandeira. A sustentabilidade faz parte da agenda da AEG, por isso não só criaram uma gama energeticamente mais eficiente, a Ecoline, já falamos dela mais à frente, como desenvolveram vários projetos, alguns locais já falados aqui no Green Affair, como a Caravana Mediterrânica, o Fashion Challenge ou o estudo que acabaste de referir, The Truth About Laundry. Isto tem a ver com o comportamento dos europeus no que se refere ao tratamento da roupa. Qual é o intuito da marca com este tipo de iniciativas?

Lembras-te há pouco quando eu dizia que era o nosso segredo mais bem guardado. Basicamente, deixámos de querer manter em segredo, porque percebemos que os consumidores valorizam esta nossa característica. E também por um estudo recente a que tivemos acesso, percebemos que mais ou menos 96% dos consumidores querem que as empresas se comprometam. Passam para as empresas esta responsabilidade de apresentar soluções para os ajudar, como consumidores, a ter uma vida mais sustentável. É por isso que aqui estamos, é para responder a esta necessidade. E obviamente, nos episódios anteriores deste podcast, que, by the way, aos nossos ouvintes que não tiveram a oportunidade de ouvir, convido a voltarem atrás e irem ouvir nas plataformas habituais, foram contadas algumas destas histórias da marca AEG. Falamos de uma marca com mais de 130 anos de inovação, com muita história para contar, mas ao mesmo tempo é uma marca muito jovial, muito fresca, quando o objetivo é desafiar as expectativas dos consumidores. Fazemos isto tanto no território do sabor, com os nossos eletrodomésticos, que são uma peça-chave na preparação de refeições, assim também no tratamento da roupa e na área do bem-estar, com aspiradores e purificadores d'ar. Em termos de comunicação, para nós comunicar com os consumidores da AEG, tem que trazer necessariamente uma história que é pertinente para eles. E isto é relativamente fácil, porque falamos de momentos muito emocionais para os consumidores. Aceitamos este repto dos consumidores e vamos ajudá-los a ter uma vida mais sustentável. Quando lhes contamos, por exemplo, que se usarem um forno a vapor, poupam energia versus um forno tradicional e que ainda conseguem manter os nutrientes, e portanto, todos ganham. E além disso, se no final da refeição usarem a limpeza a vapor, em vez da limpeza por pirólise, a poupança de energia é superior a 90%. E a mesma coisa no cuidado da roupa. As máquinas da AEG trazem soluções disruptivas e há aqui vários exemplos que são muito interessantes. Por exemplo, aquelas situações em que tens uma roupa que só usaste num jantar, que nem sequer tem nódoas e que não precisa de uma lavagem completa. A AEG tem a solução perfeita, que é um programa de vapor, em que em menos de meia hora se consegue ter uma roupa refrescada e em vez de gastar aqueles 50 litros habituais de um programa completo, gastam apenas dois litros de água. São estas soluções que acrescentamos ao consumidor e que fazem toda a diferença.

Os eletrodomésticos são apontados como grandes poluidores, quer na produção, quer durante a sua utilização ou mesmo depois no fim de vida, quando não são devidamente reciclados, o que infelizmente acontece vezes demais. Como é que a AEG tem vindo a trabalhar para criar soluções mais eficazes, mas tendo em conta o futuro do planeta? Aliás, há uma frase bastante interessante no vosso site, que não posso deixar de referir: "Embora valorizemos a importância de viver num ambiente limpo, não renunciamos à estética ou à sustentabilidade". Como é que conjugas estas áreas todas, Marisa?

De facto, não é fácil, mas há algo que não é negociável, que é o design. E o design tem que ser depurado e tem que ser orientado para uma utilização fácil e intuitiva. Mas ser sustentável é perfeitamente compatível, se estiver integrado na forma de atuar da empresa, como é o caso da AEG. O que temos é uma abordagem que é mesmo muito completa e assenta basicamente em três pilares. O primeiro pilar é o facto de querermos ser uma melhor empresa, tem a ver com as nossas operações, as nossas fábricas, e aqui o target é claro. Trabalhamos para ser neutros em termos climáticos, como já referi, mas também tem a ver com agir de uma forma ética, inclusiva, com respeitar os direitos humanos nas nossas fábricas e em toda a cadeia de valor. O segundo pilar tem a ver com os produtos. Queremos trazer soluções eficientes, porque como diz, e muito bem, os eletrodomésticos tornam a vida mais fácil, mas são pesados em termos de consumo de recursos, seja energia, seja água. E então trabalhamos continuamente para reduzir o consumo de energia, trabalhamos continuamente para reduzir os materiais nocivos que podem prejudicar o ambiente, integrando cada vez mais materiais reciclados. Por exemplo, posso dizer que os novos combinados de encaixe que lançámos há relativamente pouco tempo, conseguimos algo que é histórico, conseguimos que o revestimento interior seja composto por 70% de material reciclado, é notável. E o terceiro pilar é onde eu acho que demos verdadeiramente um passo em frente, especialmente comparando com as empresas do setor e eu diria, mesmo fora do setor, porque de uma forma ou de outra, as empresas baseiam a sua estratégia de sustentabilidade em produzir com pouco impacto, por um lado, e por outro lado, ter produtos eficientes. Mas nós quisemos ir mais longe, e o terceiro pilar é onde guiamos o consumidor a ser mais eficiente. São todas aquelas características que eu falava, aquelas novas potencialidades dos eletrodomésticos que integram nos produtos o facto de poderem ser usados de uma forma mais adequada, mais consciente. Olha, há um exemplo muito engraçado que usamos muitas vezes, tem a ver com as máquinas de loiça. A maior parte dos consumidores acha que se usar um programa mais curto, está a poupar energia. Errado. Não podia estar mais errado. Aquilo onde se gasta verdadeiramente energia é aquecer a água e portanto, um programa mais curto é um programa normalmente de uma temperatura mais elevada. A escolha mais ecológica é um programa de maior duração, mas com uma temperatura mais reduzida. E onde é que a AEG foi realmente disruptiva? No facto de integrar um indicador, chamamos o Eco Meter, um indicador ecológico, que faz com que o consumidor tenha, nesse momento em que escolhe o programa, uma informação clara de quão ecológico está a ser. Aqui é que está a grande diferença.

85% de impacto ambiental de um produto ao longo do seu ciclo de vida acontece na casa do consumidor. Foi tendo em conta esta percentagem, que de certa forma, foi criada a gama Ecoline. Em que é que difere esta gama das restantes da AEG? De que forma é que ela contribui Tanto para ajudar os consumidores a tomar decisões eficientes, como permite que a própria AEG não ponha tanto em causa o meio ambiente.

Foi exatamente desse o ponto de partida. Sabemos que a maior parte do impacto ambiental vem do consumo do produto na casa dos consumidores. Mas também pelos estudos que fizemos sobre o comportamento do consumidor, em que percebemos que eles querem ser mais sustentáveis, mas muitas vezes não sabem como. A Ecoline é a nossa resposta. Fizemos uma seleção dos produtos em cada uma das categorias, dos produtos mais eficientes, com menor impacto ambiental, pelo seu consumo energético, mas também por estas tais características que eu falava que guiam o consumidor. Qual é a grande vantagem da Ecoline? É ajudar o consumidor a trazer mais facilidade na decisão, quando o consumidor precisa de escolher um eletrodoméstico. Daquele estudo que referimos há pouco, "The Truth About Laundry", o que os consumidores referiram, e em Portugal sabemos que 71% dos portugueses considera que a eficiência energética é determinante na compra do seu próximo eletrodoméstico. A Ecoline responde a esta solicitação. Um exemplo muito interessante tem a ver com as placas de indução. Não sei se já viste alguma vez, numa loja, um linear de placas de indução. É um mar de retângulos ou de quadrados pretos em que é muito difícil diferenciar, e é muito difícil para o consumidor saber qual é a escolha mais acertada. Com a Ecoline, nós temos uma placa com SenseBoil, que é uma característica que tem um benefício muito claro, muito fácil de entender. O SenseBoil basicamente é um sensor de fervura. O que acontece quando a água começa a borbulhar? Há aquele sensor que dá conta desta derrapada e há um ajuste automático da potência da placa. O que ganhamos com isto? Se demorarmos apenas 20 segundos, que é o tempo que podemos dar conta de que a água está a ferver para ajustar a potência, podemos estar a gastar excessivamente um consumo que é equivalente àquilo que necessitamos para carregar um telemóvel. Com esta simples analogia, percebemos o quanto os produtos podem contribuir para ser mais eficientes e para termos um consumo mais consciente.

E qual é o plano da AEG para reduzir a pegada de carbono e que outras iniciativas têm em mente e podem já partilhar connosco sobre como incentivar consumidores a adotar práticas mais sustentáveis, por exemplo?

Os planos são altamente ambiciosos e o objetivo final, como já disse, é sermos neutros em termos de emissões de carbono. Este é o destino final, mas pelo caminho existem imensos projetos que todos os anos vão nascendo de forma muito holística, porque estão integrados em toda a nossa atuação, que passam por várias ações. Podem passar por aumentar o peso de energias renováveis nas nossas fábricas. Podem passar por aumentar o peso dos plásticos reciclados na fabricação dos produtos, mas também em desenvolver parcerias com instituições para trazer soluções a problemas globais, como por exemplo, a redução do desperdício alimentar. Sabemos que é uma das indústrias mais poluidoras, 30% de tudo aquilo que se produz em termos alimentares é desperdício. Nós, com os nossos eletrodomésticos, através de uma melhor conservação, de uma melhor preparação e de um aproveitamento de restos, como por exemplo, no forno a vapor, como nos anteriores podcasts já foi referido, conseguimos trazer muitas soluções, e também no cuidado da roupa. Também estamos a falar de uma indústria altamente poluente. E sabemos que ao prolongar a vida das roupas, cuidando delas de forma a que mantenham as suas cores, a sua forma original, vamos minimizar este impacto brutal que o fast fashion tem no mundo. No podcast onde teve o Nuno Baltazar, isso foi falado de forma muito clara e sabemos o impacto que isto tem na poluição em termos globais. Sabemos, por exemplo, que nos últimos 20 anos o número de peças de roupa que compramos aumentou em 400%. Isto é brutal, estamos a falar de uma mudança de mentalidade que tem que acontecer. Agora, como é que isto é possível fazer em termos de empresa? O grande desafio é fazer isto com o consumidor no centro da estratégia. Isto tem que ser feito de uma forma em que o consumidor não tenha que fazer grandes esforços, que seja uma coisa relativamente natural e a um custo que pode ser um pouco mais alto, mas comportável por parte do consumidor. O que prometemos é continuar a comunicar através destes nossos Green Affairs, como fizemos com a AEG Fashion Challenge, em que foi feito o upcycling das peças antigas com o Nuno Baltazar, ou como fizemos com a AEG e com a Caravana Mediterrânica, em que tu e a Ana Pinto foram pelo país fora explorar a melhor forma de aproveitar os produtos locais e de usar então estas tecnologias, como as que encontramos nos fornos a vapor, para recriar aquelas receitas de sempre. O que é que nos move como marca? Olha, que o consumidor da AEG partilhe connosco esta paixão que temos por ter um mundo melhor.

Muito obrigada. A sustentabilidade é, de facto, um tema sério e todos temos um papel a desempenhar quando se trata de salvar o planeta. A AEG sabe o que fazer para continuar a oferecer aos clientes melhores eletrodomésticos, sem pôr em causa a sustentabilidade ambiental. Marisa, muitíssimo obrigada mais uma vez por teres aceito este convite e por teres desvendado mais sobre de que forma uma marca pode evoluir sem pôr em causa o futuro do planeta. Aos nossos ouvintes, um grande obrigada por terem estado desse lado ao longo destes quatro episódios, os quais esperamos que vos tenham sido úteis. Se só agora está a ouvir o AEG Green Affair ou caso queira ouvir novamente os episódios anteriores, pode fazê-lo através do site do Observador ou nas plataformas de podcast Google Podcast, Spotify e Apple Podcast. Eu sou a Joana Barrios, despeço-me com saudações sustentáveis e fique bem. Já sabe, faça escolhas sustentáveis.

Este programa tem o apoio da AEG.