Esta transcrição foi gerada automaticamente por Inteligência Artificial e pode conter erros ou imprecisões.
Este é o Youven Sorê das manhãs, 360. Até bem perto das 9:00 damos notas aos protagonistas da atualidade e para isso, Carla, esta quinta-feira juntam-se a nós o José Manuel Fernandes, como sempre, e hoje também a Filomena Martins. Faltam dois dias de campanha eleitoral, as eleições estão à porta e as sondagens, Filomena, ajudam ou baralham ainda mais?
Acho que tem embaralhado bastante os candidatos que têm andado ao sabor das sondagens. Tanto pressa para atacar uns, como atacar outros, porque eu acho que é uma ideia confortável em Portugal, que é de que as campanhas eleitorais são uma espécie de pró-forma, que aquilo está tudo decidido antes e que o resto é um pouquinho focorsão de balas pra cumprir, calendário, aquelas arruadas para a fotografia, umas ações e declarações agora sempre à hora dos telejornais. E agora com o bônus das redes sociais pelo meio. As sondagens dos últimos dias têm desmentido isso e com alguma violência, porque não só obrigam a adaptar os discursos, como têm andado a baralhar realmente isso tudo. A tracking poll da Pitagórica para a CNN, por exemplo, tem mostrado diariamente uma corrida comprimida e que é sensível ao erro, ao ruído, ao momento. A Universidade Católica para a RTP e a Exame+DN ontem, uma anteontem e outra ontem, confirmou o essencial, que isto está a ser julgado pelos eleitores e ainda veremos como. E a Intercampus, que é a única que difere para o Correio da Manhã, mesmo com o número de indecisos muito elevado e sem distribuição de votos, provou outra coisa, que é uma campanha que pode reabrir ainda cenários que parecem fechados. Isso não é estatística, é vermos política em tempo real. Nós podemos ir aqui ao tempo do início disto tudo. Veja-se o caso do almirante Henrique Coveia Melo. Ele entrou como favorito natural, quase por aclamação. Parecia que estava tudo ganho. Era o homem das vacinas, da autoridade, da ordem. Só que quando começou a campanha à sério, com os debates, o contraditório, as perguntas simples, apareceu também o problema. A popularidade não é densidade política e a campanha cobrou-lhe isso todos os dias. E do outro lado está Marcos Mendes, que descobriu que os anos de comentário televisivo não substituem as explicações em campanha. O estúdio perdoa, mas a rua não. Daí a encenação ontem em Fafe, a terra natal, com a única sondagem favorável, a da Intercampus, que foi transformada quase numa festa, numa noite eleitoral, porque quando se só há uma boa notícia, faz-se dela um acontecimento e fez disso um acontecimento. Depois esteve o Montenegro à noite com ele. Já António Costa Silva está a fazer o caminho inverso, com aquele perfil institucional, um discurso previsível, um ar presidenciável. E quando vemos que até Augusto Silva está convertido e diz que afinal há ali um perfil que cumpre os serviços mínimos, pronto, uma pessoa ouve e tem de ouvir. E a campanha é tudo isso e também um campo minado, porque Cotrim de Figueiredo pisou vários engenhos explosivos de uma só vez esta semana, com aquela frase ambígua para Ventura, depois a acusação de assédio. A carta ao Montenegro, que me parece ter-lhe saído muito mal, mas continua a aliar-se ao lado de Mendes. E em campanha um dia igual não passa. Acumula, mesmo que Cotrim estivesse a escrever não para Montenegro, mas mais para o eleitor da AD do que para o primeiro-ministro. E no fundo, eu acho que estas recentes sondagens, as de ontem, sobretudo, dizem a mesma coisa de maneiras diferentes. Dizem que a campanha não é mesmo só um pró-forma. É esta prova de esforço, da atenção permanente que os candidatos têm de fazer ao que dizem, em que os favoritismos se desfazem, como parece ter acontecido com Coveia e Marcos Mendes, os dois que na primeira semana toda a gente dizia que estavam feitos para a segunda volta. E se constroem, como aconteceu com Ventura, com Silva e Cotrim.
Filomena, a tua ligação não está perfeita, estamos a ouvir, mas com alguns cortes. Queres dar a nota para ver se conseguimos melhorar esta ligação? Mas para já, que nota dás?
Vou dizer que as sondagens têm mudado isso tudo, portanto, bom para as sondagens, mal para os candidatos que têm andado aqui ao sabor delas e, portanto, sobretudo para Marcos Mendes, que tentou ontem capitalizar a única sondagem que foi para ele, mas que a coisa parece estar mesmo a correr bem. Veremos domingo, não é? Porque dos candidatos a dois passaram a cinco e agora talvez sejam três este domingo.
Vai uma nota má para Marques Mendes, mas ficamos pelo cinco.
Um cinco para Marques Mendes. A discussão sobre as sondagens, Paulo, está a encher completamente a campanha, não é?
Já não há paciência pra discussão, que é sempre a mesma. Há décadas que em cada eleição as sondagens, porque são elas que determinam o curso da campanha, porque não são certas. Claro, se as sondagens fossem certas, não se fazia a eleição. Fazia-se uma sondagem. Pronto, aqui o resultado da eleição é este. Uma sondagem, o próprio nome indica, é tentar sondar uma realidade, não é a representação exata da realidade, nem é possível fazê-lo. Os especialistas, os técnicos bem fazem pedagogia, explicam pacientemente a cada eleição quais são as limitações das sondagens, os problemas que elas podem ter. É um método científico que tem as suas limitações, como é evidente. A única forma de fazer uma sondagem 100% certa é repetir a eleição com precisamente o mesmo número de eleitores.
E provavelmente não daria o mesmo resultado de um dia para o outro.
Mas as pessoas mudam de opinião. Mas que é isto? As pessoas pensam e vão evoluindo, umas evoluem pra cima, outras pra baixo, de acordo com a sensibilidade de cada um. E hoje votam num lado, num partido, se for preciso daqui a um ano já votam noutro partido. Mas que é isto? Bem, se calhar acabamos com a democracia, é mais fácil, não é? Nem é preciso sondagens, nem é preciso nada.
E reagem às sondagens.
Reagem às sondagens. E as sondagens condicionam a campanha. Claro, as representações da realidade condicionam a campanha. Até a chuva e o sol condicionam a campanha, mas querem campanha o quê? Feita num laboratório? Não há paciência, de facto, pra esse tipo de discursos, com muitas vezes os mesmos sempre a queixar-se, mas depois se aparece uma sondagem positiva já não se queixam. Insinuações de manipulação, sondagens encomendadas, isto e aquilo. Bom, mas é assim, preferem campanhas sem sondagens? Já tivemos um tempo em que elas eram proibidas, se não me engano, na última semana de campanha.
Eu ontem ouvi André Coelho Lima, que é do PSD, a defender isso, que na última semana da campanha não houvesse publicação de sondagens.
O que isso vai fazer? Só vai dividir o país, se quisermos, no núcleo daqueles que têm acesso a sondagens, porque elas continuam a ser feitas. A questão não é proibir as sondagens, a questão é proibir a publicação de sondagens.
Claro.
Os partidos vão continuar a fazê-las e, portanto, cria-se a bolha dos partidos, dos dirigentes partidários, dos comentadores, dos jornalistas.
Ontem, no "Now", eu estava a ouvir declarações de André Coelho Lima que pôs essa hipótese. Não sei se estava a defender.
Eu levei mais de 20 anos a lutar contra isso. Fui falar ao Parlamento mais que uma vez sobre como é que os jornais tratavam as sondagens. Meu Deus, isso é regressar à Idade da Pedra.
A Daniela ficou assustada com esta hipótese.
Para nós que temos cada vez menos dia de reflexão, agora queremos voltar ainda mais pra trás.
Mas é isso. E cria claramente uma elite que tem acesso à informação contra o povo, o eleitor. Mas o que é isso? O eleitor tendo a informação.
Está a ser manipulado.
Manipulado e depois vê um post no Facebook agora no sábado de reflexão e meu Deus, mas o que aquele eleitor, coitado, mentecapto, que não sabe pensar, vai fazer com aquele post nas redes sociais? Isto, de facto, é uma discussão, como o José Manuel disse, é da Idade da Pedra. Eu acho que os outros países discutem se há sondagens desta maneira, se há de haver, se não há de haver, e se são tracking polls ou se são outro tipo de estudos. Obviamente que são estudos técnicos. Há vários fatores, escolhas legítimas que podem influenciar a distribuição de indecisos, a forma como é feita a recolha das opiniões, se é por telefone fixo, se é por telemóvel, se é presencial. Enfim, N fatores, estão todos estudados, os especialistas não se cansam de repeti-los. Depois é olhar pra elas, e é daquelas frases feitas, mas tem olhar pra elas e vale o que vale, isto é, não se pode é tentar tirar deste instrumento aquilo que muita gente não quer.
Que a verdadeira sondagem é no dia das eleições.
É das eleições. Se eu quiser comer a sopa com o garfo, também não me vou sair bem. E, portanto, isto tem que ser visto. Mas o nosso processo eleitoral continua cheio de algumas discussões e de algumas tralhas. O dia de reflexão é um deles. Não sei como é que essas pessoas que já votaram conseguiram ir votar, coitadas, com tanto ruído mediático.
Não refletiram.
Não refletiram.
São todos precipitados.
Precipitados, ainda por cima, eu acho que aqueles votos deviam ser anulados, porque aquelas pessoas não estão em condições de votar, certamente, porque estão a entrar para fazer o seu voto e estão a ver uma notícia no telemóvel. Como é que é possível, sobre as presenciais, neste caso. Vocês lembram-se dos tempos de antena, que eram sacrossantos e ainda são na lei. Toda a gente é obrigada a emitir tempos de antena. Não sei se as pessoas já repararam que nas televisões e nas rádios, muitos tempos de antena são ocupados com música ou com o ecrã fixo. Por quê? Os partidos ou as candidaturas que têm direito a ele simplesmente não enviam o vídeo do tempo de antena ou o som do tempo de antena. Portanto, os próprios beneficiados ou beneficiários estão a se amarimbar para um instrumento, e eles lá sabem por quê, acham que não vale a pena investir num instrumento que a lei obriga a ocupar. E depois há ainda este ridículo
As rádios, por exemplo, não recebendo aquele tempo de antena de dois a três minutos numa candidatura, não podem ocupar aquele espaço, colando o próximo. Têm que ocupar aqueles dois ou três minutos com música.
Os nossos ouvintes provavelmente ainda se lembram desse momento, quando era nas autárquicas.
Absolutamente. Ridículo.
Estou contra a proibição de telemóveis também no sábado ou no domingo.
É isso, as redes sociais, enfim. Era só essa nota. Vivam as sondagens, cada um tem que lê-las com cuidado, tem que estudar um bocadinho o assunto, mas preferimos sempre ter mais informação do que menos informação. Isso também é democracia, também faz parte da democracia e, portanto, eu dou um 16 às sondagens.
E terão sido as sondagens também a contribuir, José Manuel, para o PS estar mais em torno de António José Seguro?
Diríamos que são arrastados pelos cabelos, muitos deles. Alguns nem sei se vão chegar ao fim arrastados pelos cabelos, mas indiscutivelmente António José Seguro acabou por juntar a maior parte das figuras do Partido Socialista por trás da sua candidatura e pouco a pouco foi subindo nas sondagens. Vamos ver o que é que acontece no dia das eleições. Foi subindo nas sondagens e neste momento está em boas condições de passar à segunda volta. Se passar à segunda volta contra Ventura, está em boas condições de ser o próximo presidente da República. Há mês e meio, dois meses, poucas pessoas apostariam nisso. Agora é como estamos. E eu acho que isso é arte do próprio António José Seguro, mas é também uma decorrência de algo que se configurou nestas eleições e que mostra as vantagens e os limites da posição atual do Partido Socialista. Por um lado, os partidos à sua esquerda estão literalmente dizimados e o próprio Livre, que tentou dar um arzinho da sua graça, já se viu que provavelmente não vai ter assim tanta graça como isso, e portanto aquele eleitorado flutuante entre o Livre e o Partido Socialista vai juntar-se a António José Seguro maioritariamente. Enfim, veremos o que a próxima eleição nos revela, mas se somarmos a votação dos três candidatos à esquerda de António José Seguro, com a votação de António José Seguro, tudo junto é capaz de não chegar aos 30%. Vamos ver no domingo. O que é, historicamente, provavelmente a votação mais baixa de sempre da esquerda numa eleição presidencial e sobretudo quando podemos considerar, de alguma forma, o almirante entrou por aqui adentro e fez alguns danos, mas considerá-lo uma figura de esquerda é no mínimo difícil. Ele apareceu no espaço público quase como sendo uma figura vinda da memória das fardas, que é uma coisa que se associa mais à direita. Portanto, estamos num António José Seguro que, apesar de tudo, recolheu os cacos, mas os cacos não são muitos, mas curiosamente são capazes de ser os suficientes, por motivos que têm a ver mais com a divisão da direita, que lhe permitirão ser o próximo presidente, o que mostra que alguma audácia na candidatura acabou por ser determinante. Quem andou a hesitar, e depois ficou nas covas, olha, ficou nas covas e agora terá que sair de casa para, em alguns casos, engolir o sapo de António José Seguro. Aquilo que me parece para o futuro também muito importante e porventura muito determinante, é até que ponto é que António José Seguro e José Luís Carneiro, que são dentro do Partido Socialista duas figuras vistas como pertencendo à ala moderada, mais algumas figuras que têm andado na candidatura de Seguro e que nos últimos anos têm sido encostados às cordas do Partido Socialista, falo por exemplo de Francisco Assis, vão ter maior protagonismo nos próximos tempos e o PS recentra-se novamente. Não sei se isto vai acontecer ou se não, porque o grupo parlamentar não parece muito para aí virado, mas é um tempo interessante e desse ponto de vista é preciso tirar o chapéu ao António José Seguro, que para todos os efeitos conseguiu fazer até ao momento. É evidente que ainda falta passar muita água debaixo destas pontes, mas pelo que conseguiu fazer até ao momento, mesmo não sendo brilhante em nenhuma altura, diria eu, merece para já, vou ser generoso, vou dar um 14.
Um 14 para António José Seguro. Falando em cacos, a direita tradicional, Bruno, está muito desfeita.
Está dividida. É forte eleitoralmente, já percebemos que é forte, mas está de facto dividida e isso está a beneficiar, para já, António José Seguro. E estas sondagens em que os dois candidatos, que eu diria da direita tradicional e do arco que vai da AD à Iniciativa Liberal, portanto excluo destas contas o Chega, o resultado ou aquilo que tem sido dito pelas sondagens é péssimo, porque os dois candidatos estão a alternar. É verdade que João Cotrim Figueiredo tem aparecido sistematicamente à frente de Marques Mendes, mas ontem houve uma sondagem que mostrou Marques Mendes à frente e isto faz com que o eventual voto útil se inutilize, porque não se sabe para quem é que há de ir. E os próprios eleitores têm dúvidas em quem votar, em olhar para as sondagens e ver qual é o candidato mais bem posicionado e decidir em função desse posicionamento nas sondagens. Mas devo dizer que Cotrim Figueiredo parece-me que para o eleitorado desta área política é neste momento o melhor candidato, porque vem do partido mais pequeno, ou seja, em condições normais seria o representante do maior partido desta área política a estar à frente e não é o caso, o que significa que esta área política, o eleitorado olha para Cotrim Figueiredo Como o melhor candidato. E demonstra também este facto que existe uma grande porosidade dentro deste campo político e que o que um ganha, o outro necessariamente tem de perder. Não estão a ir buscar votos a outras áreas políticas ou à abstenção. Isto fez-me pensar naquela teoria dos três blocos do Rui Tavares, que ele usou de forma ardilosa, na altura que servia para justificar a perpetuação da esquerda no poder, que existem três blocos e se o bloco da esquerda tivesse mais deputados do que o PSD ou a AD, teria de governar a esquerda mesmo que o PSD ganhasse as eleições. Isto partia daquele pressuposto de que o crescimento do Chega, do terceiro bloco, significaria uma redução do bloco da direita tradicional. Não foi isso que aconteceu, já vimos que não foi isso que aconteceu em legislativas, mas a verdade é que temos três partidos dominantes neste momento. Podemos dizer que existem três blocos, mas não há porosidade entre os dois blocos da direita, entre a direita do Chega e a direita da AD, a direita tradicional. E nós vemos isso, por exemplo, nos resultados de uma eventual segunda volta com André Ventura. Se houvesse essa proximidade natural até do eleitorado da AD e do Chega, veríamos André Ventura a crescer muito mais, por exemplo, numa segunda volta contra António José Seguro. E isso não acontece. Portanto, não há esses vasos comunicantes do eleitorado.
E achas que foi por isso também que correu mal aquela declaração de Cotrim? A dizer que eventualmente tinha de se pensar se se candidata André Ventura ou não.
Exatamente, isso prejudica. Acho que isso foi um erro tremendo de Cotrim e ele já percebeu isso e já vai tentar emendar a mão.
Já disse que foi um erro, que não queria dizer aquilo.
Claro, os candidatos da direita tradicional não vão buscar votos ao eleitorado do Chega. E há uma rejeição do eleitorado tradicional da AD e mesmo da iniciativa liberal em relação ao André Ventura e em relação ao Chega. O que nós estamos a ver neste momento é os três blocos em ação, é verdade, mas não da maneira que era prevista com essa flutuação, oscilação da direita tradicional para o Chega. O bloco da direita tradicional nestas presidenciais está dividido e se essa fragmentação não seria muito grave nem em legislativas, porque há sempre a possibilidade de haver entendimentos pós-eleitorais, aqui o que impede é a passagem de um dos candidatos dessa área para uma segunda volta, porque nós olhamos para estes cenários e vemos, de facto, dois candidatos fortes ou que vão buscar muitos votos dentro deste bloco, o que não acontece nos outros dois blocos. Nos outros dois blocos há só um candidato, António José Seguro num e André Ventura no outro. Portanto, eu creio que apesar de eleitoralmente a direita tradicional valer mais, se juntarmos os dois, a verdade é que isso de nada serve para uma passagem à segunda volta e eu acho que há o grande risco, e isso é péssimo para o governo do Luís Montenegro, de não ter um candidato representante dessa área na segunda volta.
Seguramente que a discussão no Contracorrente andará também por aí.
Ia só dizer que perante uma segunda volta em que o PSD pode ter que escolher entre Seguro e André Ventura, boa sorte com a escolha.
Dou um oito a essa direita que de facto está dividida e essa divisão apesar de no conjunto ter alguma força, claro que tem, mas essa divisão vai resultar num desastre que é não ter nenhum representante na segunda volta.
Estamos aqui a pôr um bocadinho o carro à frente dos bois, mas vai ser muito interessante esta discussão.
Sim.
Sim, é só isso. E o pensador é: regressa mais logo na tarde política. Começa logo a seguir ao jornal das 18h00. Esta quinta-feira dou notas a Judite França, a Raquel Bacasis e o Nuno Gonçalo Poças.