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Vamos ouvir agora Carlos Moedas.
Como é que é? Estamos prontos ou não estamos prontos?
Presidente, é o que se ouve gritar depois desta introdução de Carlos Moedas.
Obrigado, boa noite. Os lisboetas falaram. Falaram, votaram e decidiram. Os lisboetas decidiram continuar conosco por mais quatro anos. Foi isso que os lisboetas decidiram.
São mais quatro anos confirmados, o segundo mandato de Carlos Moedas, que na última chamada com o Observador disse que para já seriam mais quatro, mas não fecha a porta a fazer mais outro.
Juntos com os lisboetas. E eu tenho que agradecer em primeiro lugar aos lisboetas. É a eles que eu quero agradecer, a cada um, a cada encontro na rua, aquilo que nós todos os dias fizemos durante estes quatro anos e que agora com um grande projeto para mais quatro anos. É isso que eu quero agradecer. Obrigado, Lisboa. Obrigado, lisboetas.
Cá está o tal obrigado, que se vai lendo também nesse ecrã gigante digital. Como em qualquer discurso de vitória, também vai sendo sempre interrompido por aplausos.
A todos aqueles que foram votar, que se mobilizaram, fizeram ouvir a sua voz. A todos aqueles que tenham ou não votado no nosso projeto, mas aqueles que estão sempre ao nosso lado, que são os lisboetas, a eles, pela democracia, por aquilo que vivemos, um grande obrigado. Eles sabem que são especiais. Os lisboetas são especiais. Viva Lisboa!
Carlos Moedas que acaba aqui por conseguir uma parte do objetivo, era ter um reforço na votação. Consegue, à partida, mais um vereador face ao que tinha neste mandato que está agora a terminar.
Meus amigos, eu sempre disse que confiava nos lisboetas, que confiava na lucidez dos lisboetas. E hoje os lisboetas confiaram mais uma vez em nós, e eu não o posso esquecer. Mas também não posso esquecer todos os que estão aqui na sala, todos os que me acompanham. Queria, em primeiro lugar, antes de começar, dizer que falei com a doutora Alexandra Leitão, que lhe desejei o melhor pra sua vida pessoal, pra sua vida profissional e pra sua vida política. A democracia é assim.
Carlos Moedas a confirmar que já falou com Alexandra Leitão, a candidata do Partido Socialista.
Meus amigos e minhas amigas, ainda me lembro há quatro anos, exatamente aqui, estávamos exatamente aqui a dizer bem alto que Lisboa é e será sempre dos lisboetas. Tal como hoje, tal como esta noite, Lisboa mostrou mais uma vez que é mesmo assim, que Lisboa é dos lisboetas.
Essa referência também ao local onde se festeja hoje. É o mesmo de há quatro anos, quando o número de pessoas que acreditava na vitória era inferior.
Hoje quero agradecer a tantas pessoas. Àquelas que me têm sempre acompanhado, que me acompanham desde o primeiro momento, há mais de quatro anos, que estiveram ao meu lado sempre, mesmo quando tudo parecia impossível. A todos e todas elas, quero desejar o melhor e quero agradecer do fundo do coração. Ao meu diretor de campanha, António Vale, um grande diretor de campanha.
António Vale foi o homem que acompanhou Carlos Moedas nestes últimos quatro anos e também na primeira campanha. Foi das primeiras pessoas a ser contratada pra equipe de Carlos Moedas.
À minha equipe mais próxima, a todos os vereadores que me acompanharam neste primeiro mandato, um grande obrigado por tudo o que fizeram.
Uma grande parte destes vereadores não vai continuar. Carlos Moedas renovou quase totalmente a equipe.
Nada disto seria possível sem o vosso trabalho. Quero agradecer também aos partidos. Agradecer ao PSD, o meu partido. Obrigado. À JSD.
Uma coligação mais alargada, também nesta segunda candidatura com a Iniciativa Liberal.
Agradecer ao CDS, onde é que está o CDS? Muito bem.
Por acaso Nuno Melo foi o único líder dos partidos da coligação que não marcou presença na campanha.
E à Iniciativa Liberal, que se junta a nós. Como é que é? Liberal!
Já Mariana Leitão e também João Cotrim Figueiredo marcaram presença. Da parte do CDS, a figura maior foi Paulo Montes.
E a todas e todos os independentes, a todas e a todos aqueles que se juntaram a nós, que estão conosco neste projeto, que tem apenas um objetivo, é um projeto daqueles que amam Lisboa. Nós amamos Lisboa e estamos juntos neste projeto para construir uma Lisboa cada vez melhor para todos nós. É isso que queremos agradecer. Mas quero também aqui agradecer à minha lista de vereadores para este mandato, uma lista absolutamente única. Onde é que eles estão?
Uma equipe renovada.
Uma grande equipe.
Com alguns nomes também importados, por exemplo, de Oeiras. É o caso de Joana Batista, que será a responsável pela higiene urbana.
À minha querida professora Margarida Mano, presidente da Assembleia Municipal Chamá-la aqui pro nosso lado. Venham pra aqui. Temos, a partir de hoje, muito trabalho a fazer. Todos nós, para dar o melhor de nós próprios, todos os dias, 24 horas por dia. Mas valerá a pena, acreditem em mim, valerá a pena com esta grande equipe, com todos nós, com todos aqueles que nos ajudam todos os dias. Meus amigos e minhas amigas. Grande equipe.
Agradecimento também a Margarida Mano, da Universidade Católica Portuguesa, é o nome escolhido para encabeçar a lista na Assembleia Municipal.
Essa equipe é de luxo. É uma equipe de luxo. Muito obrigado. Meus amigos e minhas amigas, os lisboetas foram claros. Os resultados destas eleições foram claros. Tivemos mais de 30 mil votos do que da última vez. É esse o resultado dessa eleição.
A cantar vitória, Carlos Moedas. A diferença face ao PS é muito maior e também o número de votos absoluto do PS é maior.
Mais de 30 mil votos. É absolutamente extraordinário. Ganhamos as eleições, ganhamos, reforçamos a nossa votação e os lisboetas, no fundo, disseram com clareza que querem mais Moedas. E quando digo mais Moedas, estou a falar de todas estas Moedas.
Cá está esse pedido que Carlos Moedas tinha feito nos últimos dias de querer esse reforço com esse trocadilho.
E mais 30 mil votos quer dizer que querem que sejamos ainda mais Moedas, no sentido da palavra, que façamos ainda mais aquilo que sempre sonhamos e que, por razões de governabilidade, não conseguimos fazer tudo no primeiro mandato. Agora sim, vamos conseguir.
E é o próprio Moedas a elevar também a fasquia para este segundo mandato.
Lisboa está no caminho certo.
A dizer que agora vai conseguir o que não conseguiu no primeiro mandato por essa limitação política, de não ter o número de vereadores necessário para aprovar certas medidas.
E por isso os lisboetas pediram mais firmeza, mais capacidade naquele que será este segundo mandato. Firmeza pra continuarmos a fazer mais habitação, a cuidar dos nossos idosos, mais segurança em Lisboa, a transformar o espaço público, a trazer os jovens pros bairros históricos de Lisboa, a apostar na inovação, a apostar na cultura, a continuar este trabalho que fizemos durante quatro anos, mas agora ainda mais acelerados, com maior capacidade, com mais vereadores, com oito vereadores. É isso que nós vamos fazer.
A confirmar esses resultados adiantados já por o Observador, oito vereadores pra a coligação liderada por Carlos Moedas. Ficaram a um da maioria absoluta, o que confirmará também os resultados dos outros partidos.
Mas isso significa uma grande responsabilidade também pra oposição. Porque os lisboetas com esta votação foram claros, não querem instabilidade. Não foi nisso que votaram. Os lisboetas querem estabilidade na pluralidade desta cidade e que é esta cidade. E essa estabilidade exige muito de nós, exige um esforço adicional de todos nós, um esforço de diálogo, de compromisso, de moderação. E é por isso que hoje, como sempre o afirmamos, nós somos a candidatura dos moderados, dos tolerantes daqueles que acreditamos na nossa cidade e na tolerância e na moderação da cidade.
Um primeiro recado também pra oposição, de que Lisboa escolheu a estabilidade e que isso exige não só dos vereadores que vão governar, mas também a oposição.
E esse papel da moderação é tanto daqueles que governam, governando, como daqueles que estão na oposição deixando governar, cumprindo e preservando a estabilidade governativa que uma cidade como Lisboa exige. É assim que funciona a democracia, é assim que funcionam as instituições. Por isso, isto exigirá de todos muita responsabilidade. É o terceiro ponto que vos queria fazer. Exige de todos os eleitos essa responsabilidade. Exige que se ponha o interesse da cidade acima de tudo, o interesse da cidade acima dos partidos, acima das querelas, acima de tudo aquilo que nós possamos ter numa cidade. E isso não aconteceu no primeiro mandato, tem que acontecer no segundo mandato.
Segundo recado, que os partidos devem pôr o interesse da cidade acima da tática política.
E isso ficou claro pra todos nós. Queremos fazê-lo, mas esperamos também a responsabilidade da oposição. Porque para governarmos a cidade, precisamos de todos à volta da mesa. Para governarmos com um único critério, o bem de Lisboa e dos lisboetas. Caras e caros lisboetas, falo agora olhos nos olhos pra aqueles que nos ouvem lá em casa. Da minha parte, podem estar seguros. O interesse de Lisboa estará sempre acima de qualquer interesse pessoal ou partidário ou político. É a política pras pessoas. É aquilo que eu fiz e aquilo que quero continuar a fazer com esta grande equipe, com o mesmo entusiasmo, com a mesma paixão de sempre, pra continuar a fazer a mudança que iniciamos há quatro anos e sobre a qual os lisboetas hoje disseram claramente que sim, que querem continuar.
Esse slogan também da política para as pessoas, que é um mantra utilizado por Carlos Moedas em todo o seu primeiro mandato.
Meus queridos amigos, queria acabar estas palavras para vos dizer que é um privilégio enorme e uma responsabilidade enorme. Aquilo que eu sinto como pessoa, aquilo que me foi dado pelos lisboetas, que nos foi dado a toda esta equipa, este reforço de 30 mil votos, daquilo que é um projeto que os lisboetas conhecem, enche-me o coração, enche-nos o coração e vai nos fazer estar 24h por dia a trabalhar para os lisboetas com entusiasmo e energia que nunca tivemos. Agora ainda temos mais, muito mais do que alguma vez. E por isso, por Lisboa, pelos lisboetas, sempre pelos lisboetas. Obrigado a todos, obrigada a todas. E agora vamos ao trabalho. É o momento de começar, é o momento de continuar. Viva Lisboa! Por ti, Lisboa!
Carlos Moedas aqui a puxar dos galões deste aumento de 30 mil votos e que isso vai permitir a esta coligação cumprir aquilo que não conseguiu cumprir no primeiro mandato.
Obrigado! Não vou esquecer esta noite. Nenhum de nós vai esquecer esta noite. Noite incrível. Obrigado, Lisboa. Cabe dentro.
Há aqui alguma desorganização na questão de colocar perguntas ao reeleito presidente da Câmara, com a música que se vai ouvindo de fundo dos Daft Punk.
Já é Daft Punk.
Exatamente. Já estamos em modo discoteca. Quando a Iniciativa Liberal entra nas coligações, esse problema também acontece. É a tal energia renovada. Mas ia dizer que há aqui alguma falta de organização na questão das perguntas, porque foi comunicado que as televisões teriam direito a colocar perguntas. Depois, parece que existiu aqui uma abertura para pelo menos uma rádio também poder fazer alguma questão, mas agora com este ambiente de festa, confesso que não percebo se ainda haverá ou não oportunidade para isso ou se vai seguir daqui já tudo para a comemoração desta segunda vitória de Carlos Moedas, porque para já vão-se envergando bandeiras no ar, vão-se batendo palmas. O presidente da Câmara ainda vai ficando pelo palco, já com familiares, amigos e também uma parte da equipa presente desse pequeno palco montado aqui nesta sala. Por isso veremos se haverá ainda ou não oportunidade para colocar alguma pergunta. Para já, esta indicação de que Carlos Moedas entende que este reforço político, os tais 30 mil votos, o acréscimo de um vereador, são suficientes para que agora o executivo que lidera possa fazer muito mais do que fez neste primeiro mandato.
Mas fica a faltar o vereador para a maioria absoluta, não é?
É, fica muito perto desse objetivo escondido. Digo escondido porque foi uma expressão da qual Carlos Moedas fugiu sempre nestes 15 dias de campanha, mesmo depois de Luís Montenegro ter pedido essa maioria absoluta. Carlos Moedas fugiu a usar essa expressão, disse sempre que aquilo que queria era mais um voto. Depois nas últimas 48 horas de campanha a utilizar este trocadilho de que queria era mais moedas. Também vejo ali no palco agora Gonçalo Reis, será o novo vice-presidente da Câmara de Lisboa, uma escolha pessoal de Carlos Moedas, substitui como número dois Filipa Anacoreta Correia, um dos nomes que está de saída do executivo. Confesso também, e podem cá estar, mas confesso que não vi durante a noite membros do executivo que estão de saída. Está ali, por exemplo, Rui Cordeiro, que é um dos vereadores que estava nesta lista, mas que não conseguiu ser eleito. Mas dos vereadores que estão de saída, não vislumbrei nenhum durante esta noite, embora tenham marcado presença durante a campanha. A música desligou-se. Penso que teremos ainda oportunidade para isso. Vamos tentar perceber. Pelo menos a música agora acalmou. É, primeira pergunta. Se vai falar com alguém para obter uma maioria estável de governação, se o Chega fica de parte dessas conversas.
Olha, em primeiro lugar é assim, se eu governei com sete, governarei muito melhor com oito. Não há qualquer dúvida sobre isso. A resposta é clara. Nós governámos com muita dificuldade, é verdade, com sete vereadores, com oito vereadores poderemos fazer muito mais. Uma Câmara Municipal não tem coligações pós-eleitorais. As coligações são antes das eleições. A nossa coligação é o PSD, o CDS, a Iniciativa Liberal e tantos independentes. É isso que nós vamos fazer. Vamos continuar a fazer como sempre fizemos com aqueles que somam. A pergunta é simples. Eu governarei como sempre governei, aqui com os oito vereadores, governar com aquilo que nós temos e é isso que eu consigo fazer. Os lisboetas confiaram em mim, continuam a confiar em mim e, portanto, numa reunião de câmara, estamos todos à volta da mesa, temos que falar todos uns com os outros, como falámos durante este mandato. O povo decide quem é que está sentado à volta dessa mesa e eu dirijo essa reunião de câmara. É isso que farei todas as semanas, dirigir uma reunião de câmara com todos à volta da mesa e eu tentarei ser, como sempre fui, o moderado, o tolerante, porque no fundo estamos nuns tempos mais difíceis, em que o próprio Partido Socialista se uniu com os radicais da esquerda radical e, portanto, tudo isso torna tudo muito mais radical à esquerda e também radical à direita e por isso as pessoas quiseram continuar com o nosso projeto.
Carlos Moedas a afastar A afastar a distribuição de pelouros por outras forças partidárias.
O Chega também está incluído nessa-
Nos 17 vereadores, quem estiver sentado à mesa, tem que estar sentado à mesa. E eu, como a presidente da Câmara. Não é uma questão de negociar, não há aqui negociação com ninguém. Há uma mesa com 17 vereadores. Esses vereadores estão lá sentados e eu tenho que dirigir essas reuniões e tenho que encontrar soluções à volta dessa mesa, é aquilo que vai ser feito. Agora, eu não tenho nenhuma coligação com o Chega, nem nunca vou ter, nem nunca tive.
A afastar a distribuição de pelouros por outros partidos, nomeadamente o Chega. Ou seja, vai negociando caso a caso, orçamento a orçamento, por exemplo.
Em termos de críticas por parte de toda a esquerda. Portanto, como é que pretende conquistar essa governabilidade do Executivo de Carlos Moedas? E, por outro lado, se fica insatisfeito por não ter conseguido maioria absoluta, dado que tinha sido mesmo um pedido de Luís Montenegro. E, por outro lado também, o primeiro-ministro não está aqui presente, também nenhuma figura do governo, daquilo que conseguimos ver. Estava à espera de uma outra resposta por parte do Executivo?
Eu não podia estar mais feliz. Eu pedia aos lisboetas mais um voto. Deram-me mais 30 mil. Estou muito satisfeito.
É sempre uma forma de dizer o copo meio cheio. Efetivamente, cumpriu esse objetivo. Nos últimos quatro anos, não teve também maioria absoluta, o PS viabilizou os grandes instrumentos de governação.
E em relação à governação eu estou-
Estaria abonado com o Pedro Nuno?
Eu tive quatro anos muito difíceis. Estes quatro anos não serão tão difíceis, porque eu tenho mais 30 mil votos, tenho mais um vereador. E, portanto, isso dá-me uma alegria enorme, dá-me uma confiança enorme, porque aquilo que os lisboetas olharam foi reforçar aquilo que era a nossa posição. E, portanto, mesmo a oposição, obviamente, aqui a oposição também tem que olhar para este reforço daquilo que é o nosso projeto e perceber que este é o caminho que Lisboa quer. E nós estamos aqui para falar, obviamente, com a oposição. Falarei sempre com a oposição. Agora, eles também têm que respeitar a vontade do povo. E a vontade dos lisboetas foi dar mais reforço àquele que é este projeto e dizer: "Sim, é este o caminho". É que os lisboetas poderiam não ter sido completamente claros, mas desta vez eles foram muito claros. Eles disseram: "Sim, é por aqui e vamos dar mais àquele que é a lista do Carlos Moedas e àquele que é esse projeto." Portanto, nesse aspecto, eu acho que não podia ter sido mais claro.
A aumentar os galões deste vereador extra que conquista, porque diz que isso deve ser um sinal para que a oposição perceba também quem é o governo.
Já falei mais três ou quatro vezes esta noite com o senhor primeiro-ministro e presidente do PSD. Tenho o apoio dele total. Ele foi das primeiras pessoas que pensou em mim para a câmara de Lisboa muito anteriormente a tudo isto. É um homem que, pra além de tudo, é um amigo próximo, que está obviamente no Porto, mas é como se estivesse aqui, estive a falar com ele esta noite. Agradeço-lhe de coração aquilo que ele me ajudou e aquilo que ajudou durante a campanha. E estamos aqui muito bem. Nós, lisboetas, estamos aqui, estamos unidos. E esta noite não é pra estar nem com o primeiro-ministro, nem com outras figuras. É pra estar com os lisboetas. É isso que eu gosto e é isso que eu quero. E eu tenho tudo o que eu quero, eu tenho aqui.
Antes de valorizar o fato de Luís Montenegro não estar presente. Também esta referência de que Montenegro foi importante nesta tomada de decisão há quatro anos, já tinha surgido no princípio final.
Muito obrigado. Viva Lisboa! Vamos continuar.