Aston Martin

Até que enfim! Um Aston Martin barato

Os ingleses da Aston Martin fazem uns automóveis em que a emoção e o luxo caminham de mãos dadas. Porém, são caros. Ou eram, pois agora apareceu uma verdadeira pechincha.

Autor
  • Alfredo Lavrador

“Quando a esmola é grande, o pobre desconfia”, e este ditado popular nunca foi tão verdade como agora, adaptado à Aston Martin. O fabricante britânico, que prepara o Valkyrie, que promete custar cerca de 3 milhões de euros antes de impostos e se prepara para se bater com os melhores, os mais potentes e os mais eficazes superdesportivos do mundo, tem na sua gama modelos desportivos lindos de morrer e sempre luxuosos. Porém, o que impede os amantes desta classe de veículos de correr em direcção ao concessionário mais próximo, para encomendar uma das suas obras de arte sobre rodas é, pura e simplesmente, o preço tradicionalmente elevado. Mas isto está em vias de ter uma solução, ainda que só funcione a descer.

Nesta altura, certamente já se estará a questionar sobre os motivos que levam uma marca que comercializa em Portugal veículos acima dos 172 mil euros, com um na calha que rondará os 3 milhões antes de impostos, a propor um veículo simples e barato. A resposta é: nada. Apenas e só porque o “tal” Aston Martin “simples e barato” não está à venda. Foi construído para provar que os ingleses têm um sentido de humor apurado e decidiram provar que até são bons a fabricar carrinhos de rolamentos. Sem motor e, na realidade, sem nada do que verdadeiramente caracteriza um Aston Marin.

O modelo em causa é uma réplica do Aston Martin V8 Vantage GTE, que este ano venceu a classe nas 24 Horas de Le Mans, mas tem algumas características especiais. Para começar, foi construído por alguns dos funcionários da casa, com o fito de participar na Red Bull Soapbox Race – similares aos carrinhos de rolamentos, como os que habitualmente se digladiam no Parque Eduardo VII, em Lisboa –, que o passado fim-de-semana teve lugar em Londres, mais precisamente no Alexandra Palace.

A guerra do Aston Martin face aos concorrentes prometia, tanto mais que o “desportivo” britânico não recorria aos habituais V8 e V12, mas sim a um “motor” que todos conhecemos muito bem: a força da gravidade. Porém e como é hábito, este só funciona nas descidas, pois a subir não há milagres.

A corrida foi disputadíssima e a Aston Martin ficou em segundo lugar. Batida pela Brooklands Special, mas à frente da Rockin’ Rolla e de todos os restantes. Provando que mesmo a fazer carros baratos, há que contar com os técnicos do construtor britânico. Quanto à corrida da Red Bull, veja aqui o vencedor e os outros:

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