A Aston Martin revelou o seu mais recente desportivo, o Valen, que será igualmente o que extrai mais potência do imponente motor 5.2 V12 twin turbo. O modelo mais possante entre os equipados com o motor instalado sob o capot frontal de um Aston Martin, ao longo dos 113 de história da marca, foi mostrado ao público num dos eventos mais concorridos do mundo automóvel, o Monterey Car Week, na Califórnia, onde os clientes mais exigentes e os mais endinheirados se cruzam em busca das melhores obras de arte sobre rodas, novos ou clássicos.

Com a produção limitada a somente 150 exemplares, o Valen usufrui de uma carroçaria integralmente em fibra de carbono, com a finalidade de reduzir em cerca de 150 kg o peso do veículo. Sendo que, para um desportivo, menos peso é, por vezes, mais importante do que mais potência. O novo modelo é resultado da criatividade da “Q by Aston Martin”, o departamento de execuções especiais, especializado em edições limitadas, em linha com as criações mais recentes como o Valour, o Valiant e o DBR12, todos eles a montar o V12 em posição frontal, mas com uma potência inferior.

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Acoplado ao 5.2 V12 que fornece 850 cv e 100 Nm de força (binário) surge uma caixa com oito velocidades da ZF, que deriva dos Vantage de competição com que o construtor corre na categoria GT4. Mas é provável que os clientes não fiquem menos impressionados pelo roncar grave do motor, uma melodia que promete despertar os sentidos, emanada por um sistema de escape com quatro saídas que, para maior rigor de fabricação, são impressas em 3D e em titânio.

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Com uma aerodinâmica particularmente apurada, o Valen não pretende apenas ser atraente, procurando igualmente o desejado apoio aerodinâmico para atrair os condutores em busca de um verdadeiro desportivo GT, capaz de encantar os mais exigentes em estrada ou em visitas ocasionais à pista. Os 344 km/h de velocidade máxima e os 3,1 segundos de 0-100 km/h falam por si, mas a Aston Martin afiança que do chassi ao motor, passando pelo software da caixa e pela regulação das suspensões e do diferencial, tudo foi pensado para o máximo prazer de condução.

O interior não fica atrás da exuberância do exterior, tanto nas cores como nos materiais, mas se parece ter sido desenhado como se se tratasse de um carro de competição, não defraudará os clientes que estão habituados aos desportivos com motor à frente da marca. E, além do conforto, o requinte também está presente, transparecendo através de pormenores como os acabamentos e o rigor dos pespontos, obviamente feitos à mão pelos artífices do construtor britânico.