Orçamento do Estado

Centeno admite “melhorar o que é possível” no OE2018 após debate com parceiros sociais

Mário Centeno admite "melhorar o que é possível" no Orçamento do Estado para 2018. O ministro das Finanças esteve esta quarta-feira reunido com os parceiros sociais.

Mário Centeno admite ajustes desde que se mantenha o equilíbrio do documento

ANTÓNIO COTRIM/LUSA

O ministro das Finanças, Mário Centeno, considerou “muito produtivo” o encontro desta quarta-feira com os parceiros sociais sobre o Orçamento do Estado para 2018, admitindo ajustes à proposta do executivo desde que se mantenha o equilíbrio do documento.

“O debate foi muito produtivo e ter em conta as dimensões setoriais é algo muito importante para o Governo”, assinalou aos jornalistas Mário Centeno, no final da reunião com os parceiros sociais no Conselho Económico e Social (CES).

O governante reforçou a “importância de envolver os parceiros sociais nesta discussão” sobre a proposta de Orçamento do Estado para 2018 (OE2018).

“É crucial ouvir os parceiros sociais. Tirámos boa nota do que ouvimos”, frisou o governante, admitindo a possibilidade de o documento ser sujeito “a ajustes”, desde que seja assegurado “o equilíbrio” do Orçamento desenhado pelo executivo.

Vamos melhorar o que é possível. E melhorar no tempo que ainda temos de debate sobre esta matéria. Este debate na comissão permanente da Concertação Social é muito importante para o Governo. Apresentámos um Orçamento de continuidade e que serve para lançar o futuro”, afirmou Centeno, destacando a manutenção da trajetória de redução de dívida pública.

“Hoje [quarta-feira] fizemos mais uma amortização ao Fundo Monetário Internacional (FMI), o que significa que 66% do total do empréstimo está pago. Isto permite baixar os custos com os juros e sinaliza o compromisso do Governo com a continuidade da redução da dívida pública”, sublinhou.

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