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Parlamento

PSD/CDS e PS reúnem na sexta sobre fiscalidade verde

A maioria e o PS vão sentar-se à mesa no Parlamento para discutir as propostas de reforma do Governo de IRS e de fiscalidade verde na sexta-feira.

A fiscalidade verde cria uma taxa sobre os sacos de plástico

ANT

O PS reúne-se com o PSD e o CDS na sexta-feira, no Parlamento, para discutir as propostas de reforma do Governo de IRS e de “fiscalidade verde”, disse à agência Lusa fonte da bancada socialista.

A mesma fonte adiantou que a hora da reunião na Assembleia da República ainda não está totalmente fechada – o mais provável será ao início da tarde – e que a delegação da bancada socialista será chefiada pelo líder parlamentar, Ferro Rodrigues, e pelo seu “vice” Vieira da Silva, que na direção do Grupo Parlamentar do PS tutela as áreas de orçamento e finanças.

Esta reunião entre as bancadas da maioria que suporta o Governo e o PS foi anunciada na quinta-feira à noite pelo líder parlamentar do CDS-PP, Nuno Magalhães.

Em declarações à agência Lusa, Nuno Magalhães adiantou que o convite feito por PSD e CDS ao líder parlamentar do PS tinha sido aceite e que Ferro Rodrigues concordou discutir com os partidos da maioria algumas das reformas estruturais, nomeadamente a reforma do IRS e a chamada “fiscalidade verde”.

O líder parlamentar do CDS considerou depois importante haver disponibilidade tanto por parte dos partidos da maioria como do PS, mas não arriscou cenários quanto a um possível entendimento.

No entanto, na moção de estratégia que o único candidato a secretário-geral do PS, António Costa, apresenta ao congresso dos socialistas, marcado para os dias 29 e 30 deste mês, em Lisboa, refere-se que o PS recusa acordos políticos de médio ou longo prazo antes das próximas eleições legislativas.

“A seriedade e a credibilidade desse esforço de convergência são essenciais. É por isso que tal só será possível depois de refrescada a legitimidade democrática das instituições de governo, isto é, após as eleições legislativas. Antes de elas terem lugar, não há condições para encetar um diálogo para obter compromissos sustentáveis no médio e longo prazo que reúna essas condições de seriedade e credibilidade”, lê-se na moção de António Costa.

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