A Inspeção Geral das Finanças declarou esta manhã que a funcionária deste órgão identificada como sendo uma das portuguesas envolvidas no escândalo Swissleaks “não exerce cargo dirigente nem funções no domínio do controlo tributário”.

De qualquer forma, o IGF diz ter tomado “a decisão de abertura de inquérito”, que será instruída por uma entidade externa e independente. Ainda segundo a instituição, o envolvimento de Filomena Bacelar, inspetora das Finanças, é “um assunto do foro familiar sem relação com a sua atividade profissional”.

A portuguesa foi identificada pela TVI como estando envolvida no caso de fuga aos impostos na Suíça arquitetado pelo banco HSBC.