Depois do escândalo com as fotografias roubadas de Jennifer Lawrence, há mais fotografias íntimas de celebridades a circular na internet. Desta vez, a vítima foi Emma Watson, a estrela de Harry Potter que agora é a protagonista de A Bela e o Monstro.

Segundo o porta-voz da atriz, citado pela imprensa britânica, “foram roubadas fotografias da Emma a experimentar roupas com um estilista há alguns anos”. O responsável acrescentou ainda que não se trata de fotografias em que a atriz aparece nua e garantiu que “os advogados já foram informados”, recusando comentar a situação.

As imagens roubadas terão ido parar à deep web — um conjunto de páginas na internet que não estão indexadas na web como os sites normais e que servem frequentemente para atividades ilegais — depois de terem sido roubadas por hackers.

O The Telegraph conta que a discussão foi originada por um utilizador da rede social Reddit, que garantiu ter visto as imagens e afirmou: “Pode haver mais alguns nomes para acrescentar à lista mas estes são os dois principais”, referindo-se a Emma Watson e a Amanda Seyfried, outra atriz cujas fotografias também terão sido roubadas recentemente.

Aliás, o caso das fotografias de Amanda Seyfried será ainda mais grave. A estrela de filmes como “Mama Mia” ou “Les Misérables” aparecerá completamente nua e em relações sexuais. Em 2014, depois de Emma Watson ter feito um discurso sobre os direitos das mulheres na sede das Nações Unidas, um grupo de hackers ameaçou que iria publicar fotografias da atriz nua. “Ela fez um discurso feminista estúpido nas Nações Unidas e agora fotos dela nua vão estar online“, escreveu um dos utilizadores do fórum 4chan, que lançou a ameaça.

Até foi criado um site só para o efeito da divulgação das imagens, mas tudo acabou por se revelar uma manobra para atrair mais atenção sobre a igualdade de género. Atualmente, o site redireciona para uma outra página em que se lê que a história das fotografias de Emma Watson levou a que “os homens que se opunham ao feminismo entrassem no debate sobre a igualdade de género”.