Greve

Sindicato Nacional do Pessoal de Voo da Aviação Civil pondera avançar com greve europeia

O Sindicato Nacional do Pessoal de Voo da Aviação Civil disse que pondera avançar com uma greve a nível europeu, caso a Ryanair continue a não dar resposta às reivindicações dos trabalhadores.

ALFREDO ALDAI/EPA

O Sindicato Nacional do Pessoal de Voo da Aviação Civil (SNPVAC) disse esta quinta-feira que pondera avançar com uma greve a nível europeu, caso a Ryanair continue a não dar resposta às reivindicações dos trabalhadores e opte pela substituição de grevistas. “Este é o início de um movimento a nível europeu. Estamos em contacto com os sindicatos e, futuramente, será feita uma greve a nível europeu, caso a Ryanair mantenha a mesma postura”, disse Bruno Fialho da direção do SNPVAC.

Já sobre a greve desta quinta-feira, o sindicalista disse que o balanço “é positivo”, mantendo-se a “adesão nos 90%”. “Temos cerca de seis cancelamentos confirmados e houve uma panóplia de mais de 20 voos que foram efetuados por tripulantes estrangeiros. […] A Ryanair não cumpre a lei soberana do nosso país, recorrendo à substituição de grevistas para realizar voos. Em termos judiciais, esta situação será tratada”, garantiu Bruno Fialho. O responsável adiantou que o número de voos cancelados pode aumentar até ao final do dia, uma vez que existem voos que “ainda não saíram”.

Por sua vez, a Ryanair garantiu esta manhã que a greve dos tripulantes de cabine está a provocar “ligeiras perturbações” na operação, afirmando a sua gratidão pelos funcionários “ignorarem” a paralisação. “Estamos bastante gratos aos nossos tripulantes de cabine portugueses por colocarem os nossos clientes em primeiro lugar, ignorando esta greve”, lê-se em comunicado da empresa, que refere que a “grande maioria” desses funcionários “estão a trabalhar dentro da normalidade esta manhã (29 de março)”. O SNPVAC convocou uma greve de tripulantes de cabine da Ryanair para esta quinta-feira, domingo de Páscoa e quarta-feira (4 de abril) porque as conversações com a transportadora “verificaram-se infrutíferas” sobre as exigências para aplicar a lei portuguesa, nomeadamente o direito de parentalidade e baixas médicas.

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