Brasil

Bolsonaro continua à frente nas sondagens, mas quem mais cresce é Haddad

133

Depois da subida após o atentado, Bolsonaro estabiliza nas sondagens ao passo que o candidato do PT continua a crescer. Na simulação da segunda volta, Bolsonaro perde contra quase todos os candidatos.

Jair Bolsonaro tem a maior intenção de votos (28%) e a maior taxa de rejeição (46%)

Sebastiao Moreira/EPA

Recolhido numa cama de hospital, Jair Bolsonaro continua à frente nas sondagens para a primeira volta das eleições brasileiras. A mais recente sondagem do Ibope, uma das principais do Brasil, dá ao candidato do Partido Social Liberal (PSL) uma previsão de 28% dos votos.

Esta previsão coincide com a anterior do Ibope, o que pode indiciar que, para já, a tendência de Bolsonaro poderá ser a de estabilizar até à primeira volta destas eleições, agendada para 7 de outubro.

Atrás do candidato da extrema-direita, e em franca ascensão desde que Lula desistiu de concorrer às eleições, está o candidato do PT, Fernando Haddad. Depois de ter estado com apenas 4% dos votos quando o PT ainda não tinha retirado a candidatura do ex-Presidente, Fernando Haddad surge agora com 22% da intenção de votos.

Em terceiro lugar, surge o ex-minstro de Itamar Franco e também de Lula, Ciro Gomes, a quem o Ibope aponta 11% dos votos. Em quarto lugar, está o ex-governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, com 8%. Em seguida, na quinta posição, encontra-se Marina Silva, com 5% de intenção de voto — bem longe do terceiro lugar com 21,3% conseguidos pela candidata na primeira volta das eleições de 2014.

A tendência de aceleração destas eleições, que já na primeira volta começam a demonstrar dinâmicas mais próprias da segunda, é também a do crescimento da taxa de rejeição dos dois principais candidatos. Neste caso, Bolsonaro continua a ser o candidato com maior rejeição (46%) e logo de seguida surge Haddad (30%).

Nas diferentes simulações para uma segunda volta, Bolsonaro surge como candidato derrotado contra Haddad (43% contra 37%), Ciro Gomes (46% contra 35%) e Geraldo Alckmin (41% contra 36%). A única situação onde a sondagem deixa dúvidas é no embate entre Bolsonaro e Marina Silva na segunda volta, prevendo um empate a 39%.

Outro dado que esta sondagem vem confirmar, e que as anteriores já tinham apontado, é a tendência para um alto número de votos nulos ou brancos e também de indecisos. Ao todo, 12% dos inquiridos responderam que vão votar branco ou nulo e outros 6% disseram não saber ainda em que votar ou então não responderam.

    Se tiver uma história que queira partilhar ou informações que considere importantes sobre abusos sexuais na Igreja em Portugal, pode contactar o Observador de várias formas — com a certeza de que garantiremos o seu anonimato, se assim o pretender:

  1. Pode preencher este formulário;
  2. Pode enviar-nos um email para abusos@observador.pt ou, pessoalmente, para Sónia Simões (ssimoes@observador.pt) ou para João Francisco Gomes (jfgomes@observador.pt);
  3. Pode contactar-nos através do WhatsApp para o número 913 513 883;
  4. Ou pode ligar-nos pelo mesmo número: 913 513 883.
Partilhe
Comente
Sugira
Proponha uma correção, sugira uma pista: jadias@observador.pt

Só mais um passo

1
Registo
2
Pagamento
Sucesso

Detalhes da assinatura

Esta assinatura permite o acesso ilimitado a todos os artigos do Observador na Web e nas Apps. Os assinantes podem aceder aos artigos Premium utilizando até 3 dispositivos por utilizador.

Só mais um passo

1
Registo
2
Pagamento
Sucesso

Detalhes da assinatura

Esta assinatura permite o acesso ilimitado a todos os artigos do Observador na Web e nas Apps. Os assinantes podem aceder aos artigos Premium utilizando até 3 dispositivos por utilizador.

Só mais um passo

Confirme a sua conta

Para completar o seu registo, confirme a sua conta clicando no link do email que acabámos de lhe enviar. (Pode fechar esta janela.)