Greve

Sindicatos da Função Pública marcam dois dias de greve em fevereiro

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Em causa está a ausência de proposta do Governo de aumentos salariais para funcionários públicos e as injustiças causadas pela lei que aumenta o salário da administração pública para os 635,07 euros.

As duas estruturas vão emitir "um pré-aviso de greve conjunto para 14 e 15 de fevereiro com o objetivo de fazer uma grande jornada de luta", disse o dirigente da FESAP

MANUEL DE ALMEIDA/LUSA

A Federação de Sindicatos da Administração Pública (FESAP) e a Federação Nacional de Educação (FNE) anunciaram esta segunda-feira que vão entregar um pré-aviso de greve para 14 e 15 de fevereiro, uma quinta e sexta-feira, exigindo aumentos salariais para todos os trabalhadores.

As duas estruturas sindicais da UGT anunciaram que vão emitir “um pré-aviso de greve conjunto para 14 e 15 de fevereiro com o objetivo de fazer uma grande jornada de luta”, disse o dirigente da FESAP, José Abraão, em declarações à Lusa.

Segundo explicou o sindicalista, a greve convocada tem como objetivo permitir a participação no dia 14 dos trabalhadores numa manifestação de ativistas, delegados e dirigentes sindicais que irá ocorrer nessa tarde em frente ao Ministério das Finanças, em Lisboa. A greve de dois dias convocada pela FESAP e pela FNE surge depois de também a Frente Comum de Sindicatos da Administração Pública, da CGTP, ter convocado uma paralisação para dia 15.

A FESAP já tinha ameaçado com a possibilidade de uma greve por mais de um dia. Em causa está a ausência de uma proposta do Governo de aumentos salariais para todos os funcionários públicos e as “injustiças” causadas pela lei que aumenta a remuneração base da administração pública para os 635,07 euros, disse Abraão.

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