GNR

Quatro militares da GNR detidos por sequestro e agressões a imigrantes

Os quatro militares estão indiciados pelos crimes de ofensa à integridade física qualificada, sequestro agravado e violação de domicílio por funcionário por um caso que ocorreu em outubro de 2018.

Os quatro militares da GNR serão agora presentes a primeiro interrogatório judicial, onde serão aplicadas as respetivas medidas de coação.

AFP/Getty Images

A Polícia Judiciária (PJ) de Setúbal, juntamente com o Comando Territorial de Beja da Guarda Nacional Republicana (GNR), deteve quatro militares da GNR dos postos de Odemira e Milfontes, no baixo Alentejo, indiciados pelos crimes de ofensa à integridade física qualificada, sequestro agravado e violação de domicílio por funcionário. O caso, anuncia a PJ em comunicado, remete para o início de outubro do ano passado, no concelho de Odemira.

Segundo a TVI24, que avançou a informação, os suspeitos terão agredido violentamente dois imigrantes nepaleses que estavam a trabalhar na agricultura em Vila Nova de Milfontes, depois de um desentendimento entre uma das vítimas e o patrão. O mesmo meio indica ainda que um dos militares, que era próximo do patrão dos dois homens, estava presente num dos desentendimentos, tendo até saído em defesa do empresário.

De seguida, acrescenta a TVI24, o guarda chamou pelo menos mais três militares da GNR ao local onde os imigrantes dormiam e os quatro são suspeitos de terem invadido uma casa particular onde terão sequestrado e agredido violentamente os dois imigrantes: o que discutiu com o patrão e outro que tentou socorrê-lo.

Segundo o comunicado da PJ, os detidos serão agora presentes a primeiro interrogatório judicial, onde serão aplicadas as respetivas medidas de coação.

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