Mi Basket, o clássico da Diadora

Nunca é tarde demais para ressuscitar um clássico. Que o diga a Diadora, marca italiana fundada há mais de 70 anos, que em 1984 criou uns ténis para a equipa de basquetebol da cidade de Milão. O modelo tornou-se um ícone e anda agora nos pés de influenciadores e apreciadores de sneakers, alguns deles nascidos após o célebre patrocínio. Para dar aos ténis o tão apreciado toque vintage, a Diadora criou a versão Mi Basket Used. Quem gosta dos ténis imaculados, não vai achas muita graça ao efeito já usado que eles estes têm ainda na loja. Todos os outros têm estado a exibi-los orgulhosamente nas redes sociais. Custam entre 190 e 216 euros.

Red Line, um batom para todas as festas

Escolher um batom vai muito além do pigmento certo. O aspeto da embalagem também conta (e muito), sobretudo quando falamos de um item de maquilhagem que levamos atrás, até nas ocasiões mais solenes. De repente, deixa de ser uma ferramenta invisível para se tornar num acessório de moda. A pensar nisso, e na época de todas as festas, a Givenchy recuperou o primeiro batom criado pelo seu mentor — Hubert de Givenchy — e cobriu o novo Red Line com o monograma da marca. A fita vermelha dá-lhe um ar de mini estojo. O extra surge em tom de aviso — este não é só mais um batom vermelho. O novo lançamento existe em dois tons: bold red e thrilling brown. Custa 34 euros.

B488, o código de Luís Borges

Depois de pisar algumas das mais importantes passerelles internacionais e de protagonizar campanhas difundidas nos quatro cantos do mundo, o manequim Luís Borges regressou à base — Lisboa — para lançar uma marca de roupa e acessórios para mulher. Chama-se B488 e expressa a atitude sport chic que tem feito parte da imagem do próprio modelo. As cores fortes e os brincos statement marcam esta primeira coleção cápsula, embora o Luís Borges já tenha prometido outros lançamentos para breve. A marca tem uma loja online própria, os preços vão dos 45 aos 550 euros.

Karligraphy: uma homenagem a Lagerfeld

Estes não são uns óculos de sol quaisquer. Em homenagem ao seu antigo diretor criativo, a Fendi propõe as lentes mais artísticas deste outono. Os Kaligraphy recuperam o logótipo FF, criado por Karl Lagerfeld, num jogo de cores que convoca verde, vermelho, violenta e azul. Deixando a sobriedade de lado, o modelo surge adornado com duas lentes superiores em jeito de pequenas asas. O modelo está à venda nas lojas Olhar de Prata e custa 370 euros.

Tinta-da-China e a Agenda Analógica para 2020

Porque nem tudo tem de ser eletrónico, a Tinta-da-China antecipa uma das grandes preocupações do final do ano, pelo menos entre os mais ocupados. A Agenda Analógica para 2020 faz jus ao nome — é preciso virar as páginas à moda antiga (um simples deslizar de dedo não chega), não se sincroniza com outros dispositivos, é feita de papel e requer a utilização de lápis ou caneta. O aparente passo atrás na digitalização do dia-a-dia é compensado por uma boa dose de charme. Esta agenda de capa dura chega às livrarias a partir de dia 6 de dezembro, disponível em cinco cores — cinzento, vermelho, verde, azul e amarelo — mas já está à venda no site da editora. Custa 14 euros.

Zara e Jo Malone, um encontro na perfumaria

A Zara passou o último ano a trabalhar com um nome de peso da perfumaria. Falamos de Jo Malone, a mulher a quem o talento para criar fragrâncias valeu o título de Comendadora da Ordem do Império Britânico. Agora, lança uma linha de oito perfumes em colaboração com a marca espanhola de pronto-a-vestir, coassinada pela Jo Loves, marca que fundou em 2011, depois de ter vendido a Jo Malone London ao grupo Estée Lauder, em 1999, e de ter abandonado a direção criativa da marca homónima, em 2006. A coleção Zara Emotions já está à venda e os perfumes disponíveis em três capacidades — 90, 40 e 10 ml –, com preços que vão dos 5,95 aos 25,95 euros. Existem também caixas com as oito fragrâncias, custam 15,95 e 89,95 euros.

“Vimos e Gostámos” é uma rubrica que pretende mostrar os novos lançamentos que vale a pena conhecer.