A Iniciativa Liberal vai celebrar, pela segunda vez consecutiva, o 25 de Novembro de 1975, promovendo no domingo, em Oeiras, a Festa da Liberdade na qual comemora também os dois anos de existência do partido.

Em informação divulgada à agência Lusa, fonte oficial da Iniciativa Liberal adiantou que o partido “celebra pelo segundo ano consecutivo a liberdade e a democracia” na Festa da Liberdade, que vai decorrer no próximo domingo, dia 24 de novembro, entre as 16h e 20h, na Fábrica da Pólvora de Barcarena, concelho de Oeiras. “O 25 de Abril derrubou uma ditadura, o 25 de Novembro impediu a imposição de outra ditadura. Abril libertou-nos do totalitarismo de direita, novembro libertou-nos do totalitarismo de esquerda. São duas datas que todos os portugueses devem celebrar, afirmando a democracia e a liberdade”, refere a mesma fonte.

Assim, “sendo a liberdade a essência do liberalismo e não existindo uma celebração pública do 25 de novembro”, movimento militar que pôs fim ao período revolucionário, em 1975, e opôs forças de esquerda, esquerda militar e os chamados “moderados”, o partido que chegou recentemente à Assembleia da República organiza a Festa da Liberdade. “A Iniciativa Liberal, desde a sua fundação, é o único partido que celebra publicamente as duas datas que estabeleceram a Democracia e a Liberdade em Portugal. Participa nas celebrações públicas do 25 de Abril, associando-se à descida da Avenida da Liberdade, e organiza a Festa da Liberdade, celebrando assim o 25 de Novembro”, destaca.

Para esta iniciativa estão previstas as intervenções do deputado único do partido, João Cotrim Figueiredo, da dirigente Filipa Osório e do convidado David Cristina. Em 2018, a primeira edição desta festa, as celebrações decorreram no Jardim da Cordoaria, no Porto.

Na terça-feira, o CDS-PP propôs que sejam homenageadas com a Ordem da Liberdade todas as personalidades envolvidas no 25 de Novembro de 1975 e que o parlamento passe a fazer anualmente uma sessão evocativa da data. Além disso, o CDS, que comemora tradicionalmente o 25 de novembro, com um jantar, propõe igualmente que a Assembleia da República assinale a data com “uma sessão evocativa” da data que considera ser a data “consolidação da democracia”.