A prioridade no campeonato de Portugal de Ralis deve ser o planeamento da próxima temporada, defendeu esta quinta-feira o presidente da Federação Portuguesa de Automobilismo e Karting, Ni Amorim.

Numa nota publicada no site do Automóvel Club de Portugal na Internet, Ni Amorim revela que este ano “só se irão realizar as provas que forem possíveis, consoante a marcha da pandemia”. Para a Federação Portuguesa de Automobilismo e Karting (FPAK) é urgente olhar com muita seriedade para o próximo ano, defendendo que o Campeonato de Portugal de Ralis deve ser redimensionado e garantidos os apoios para clubes organizadores, equipas e pilotos.

Temos de pensar como irá ser o próximo ano e pensar nos patrocinadores, marcas e pilotos. Para além disso, vamos tentar ainda salvar 2020. Ainda não sabemos para quando a retoma em relação a esta crise, mas teremos de encontrar a estratégia correta para encurtar os calendários”, disse o presidente da FPAK.

Por outro lado, entende que deve manter-se o equilíbrio entre provas de terra e asfalto.

“Estou de acordo que o número de provas em terra deverá ser igual às de asfalto, mas só na altura se poderá definir qual o figurino, de acordo com os clubes organizadores, equipas e pilotos”, ressalvou, indicando que mantém como prioridade as provas internacionais, como o Vodafone Rally de Portugal, o Rali dos Açores e o Rali da Madeira.