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O rombo que a atual pandemia está a causar no mundo da moda é inegável. Com cadeias inteiras encerradas, uma recessão económica no horizonte e de amplitude quase mundial e uma suspensão do que é o quotidiano da sociedade de consumo, ditada pelo distanciamento social, estão a fazer mossa nos números, mas também a motivar medidas por parte dos agentes económicos e criativos.

A última movimentação é coletiva e surge de forma concertada. Numa petição, um conjunto de designers, relações públicas e cadeias de retalho pedem que o exigente calendário da moda se ajuste às necessidades do setor, mas também a um futuro que se adivinha adverso. “Todos concordamos que a atual situação, apesar de desafiante, é uma oportunidade de mudança — uma mudança essencial e bem-vinda que vai simplificar os nossos negócios, tornando-os mais sustentáveis do ponto de vista ambiental e social e, em última análise, mais alinhados com as necessidades dos nossos clientes”, pode ler-se na carta aberta publicada na passada terça-feira.

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