Tem acesso livre a todos os artigos do Observador por ser nosso assinante.

Se a TAP já incomodava muita gente, uma TAP que vai custar mais de 3,4 mil milhões de euros aos portugueses incomoda muito mais. E é suficiente para fazer com que até um ministro como Pedro Nuno Santos, que muitos diziam estar à esquerda do Bloco de Esquerda, receba críticas – em pleno parlamento – por estar a pensar “esmagar os salários e os direitos dos trabalhadores” como se fosse um neoliberal.

O ministro com a tutela da transportadora aérea portuguesa – que vai receber ajuda estatal em troca de um duro programa de ajustamento – foi ao parlamento defender o plano de reestruturação que entregou em Bruxelas na semana passada, e as críticas dos deputados começaram logo aí. Afinal de contas, nenhum dos grupos parlamentares viu ainda o plano completo, que terá quase 200 páginas e que ainda vai ser negociado com a Comissão Europeia.

Este artigo é exclusivo para os nossos assinantes: assine agora e beneficie de leitura ilimitada e outras vantagens. Caso já seja assinante inicie aqui a sua sessão. Se pensa que esta mensagem está em erro, contacte o nosso apoio a cliente.