A França registou oficialmente mais 159 mortes e 20.262 casos de Covid-19 nas últimas 24 horas, um número elevado que se deve aos testes realizados antes do Natal, de acordo com dados oficiais.

No total, a pandemia provocada pelo coronavírus SARS-CoV-2 já fez 62.427 mortos em França, dos quais 159 nas últimas 24 horas, e, relativamente aos casos, com os 20.262 registados esta sexta-feira, ascenderam aos 2.547.771.

Na semana passada, de acordo com os últimos dados disponíveis, foram realizados cerca de 2,35 milhões de testes, uma subida de 50% relativamente à semana anterior, segundo as autoridades de saúde francesas.

Quanto a internamentos, 112 novos pacientes foram admitidos nos cuidados intensivos nas últimas 24 horas (tinham sido 186 na quinta-feira), segundo os dados publicados esta sexta-feira pelo Governo francês.

Atualmente estão internados nos cuidados intensivos 2.616 doentes de Covid-19, segundo o organismo de Saúde Pública francesa.

No geral, 743 novas pessoas foram admitidas nos hospitais franceses desde quinta-feira, com o total de ocupações de camas a atingir os 24.359 doentes.

De acordo com a agência France-Presse (AFP), as primeiras vacinações em França contra a Covid-19 devem ocorrer no domingo, em Sevran, perto de Paris, e também em Dijon (este), em casa de idosos voluntários.

A vacinação iniciará “num pequeno número de estabelecimentos para pessoas idosas e se alargará progressivamente a toda a França em janeiro”, disse na terça-feira o ministro da Saúde francês, Olivier Véran.

As maiores entregas de vacinas deverão ocorrer no início de janeiro, segundo a AFP. A campanha nos 7.000 lares de idosos, onde os residentes são mais suscetíveis a contrair formas graves de Covid-19, deverá começar em grande escala apenas no início de 2021.

A pandemia de Covid-19 provocou pelo menos 1.743.187 mortos resultantes de mais de 79,3 milhões de casos de infeção em todo o mundo, segundo um balanço feito pela agência francesa AFP.

A doença é transmitida por um novo coronavírus detetado no final de dezembro de 2019, em Wuhan, uma cidade do centro da China.