Um manifesto, assinado por vários líderes partidários, pede a destituição imediata de Pablo Iglesias, vice-presidente do governo espanhol, por “não acreditar na dignidade democrática” em Espanha e por “minar a imagem do país” no exterior, noticiou o jornal El Mundo.

“Se a sua demissão não ocorrer, o custo eleitoral que o Partido Socialista pode sofrer será o menor [dos problemas]. Deveríamos estar mais preocupados com o precedente de ter trazido para o governo uma pessoa cuja única virtude conhecida é a demagogia e cuja única vocação é a fachada“, escrevem os signatários do manifesto.

A democracia espanhola não pode permitir a presença de um incendiário no Conselho de Ministros. Diante da história, a responsabilidade de quem o nomeou permanecerá.”

Joaquín Leguina e Nicólas Redondo Terreros, antigos ministros socialistas, são dois dos promotores no manifesto, publicado na plataforma constitucionalista “La España que reúne”, que já foi assinado por outros 194 signatários. Entre os signatários estão também Manuel Valls, primeiro-ministro francês, outros antigos ministros socialistas, membros do Ciudadanos e do PP.

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