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O plano de reestruturação da TAP, apresentado em dezembro  de 2020, prevê que a empresa tenha uma posição líquida de tesouraria negativa já em março, isto se não receber um financiamento adicional por parte do Estado. A análise à liquidez faz parte do plano enviado pelo Ministério das Infraestruturas ao Parlamento esta segunda-feira aos deputados do CDS. Este documento contém muita informação rasurada e tapada, em nome da confidencialidade, mas, pela consulta efetuada pelo Observador, a análise de liquidez indica que sem financiamento estatal adicional a TAP SA terá uma posição líquida de tesouraria negativa em março de 2021.

O documento admitia que a situação de tesouraria prevista para o próximo mês poderia ser melhor do que a estimada, reduzindo as necessidades de financiamento, se a situação melhorasse. Ora quer o presidente executivo, quer o presidente não executivo, confirmaram esta terça-feira no Parlamento que a operação dos primeiros meses do ano está a ser pior do que o previsto.

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