Os Sussex continuam a ser notícia. Depois de terem vindo admitir publicamente que o “casamento secreto” referido durante a entrevista a Oprah Winfrey nunca aconteceu, os duques veem agora partir a sua chefe de gabinete. Catherine St-Laurent ocupava o cargo há 11 meses e sai para assumir funções numa nova empresa.

“Foi um privilégio trabalhar em estreia colaboração com o duque e a duquesa de Sussex, ajudando a estabelecer a Fundação Archewell durante o seu primeiro ano. O compromisso deles com a compaixão e o bem-estar tem sido a base de todas a nossas atividades […] Estou profundamente orgulhosa do que conquistámos juntos e sinto-me honrada por continuar como consultora”, escreveu St-Laurent no seu perfil de LinkedIn.

Os planos de Catherine são agora juntar-se a Rebecca Rottenberg Goldman numa nova empresa de consultoria voltada para projetos de impacto social. A ex-chefe de gabinete confirmou ainda que continuará a ter uma palavra a dizer nas decisões tomadas na Archewell, agora como consultora sénior.

Meghan acusada de bullying por staff do palácio. Markle rejeita “campanha de difamação calculada”

James Holt, o homem que já operava como consultor de relações públicas do casal no Reino Unido, foi agora promovido a diretor executivo da fundação. De acordo com o The Times, a promoção deixa os Sussex sem assessores de imprensa em solo britânico. Toya Holness, conhecida por ser a porta-voz do casal, passou a ser a responsável global pelo gabinete de imprensa da Archewell.

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O terceiro nome a assumir novas funções na máquina Sussex é Ben Browning, este contratado de fresco para tomar conta da produção de conteúdos, no mesmo ano em que recebeu nomeações para os Óscares, BAFTA e Globos de Ouro, como um dos produtores do filme “Uma Miúda com Potencial”, protagonizado por Carey Mulligan.

Invisible Hand, uma agência especializada em projetos de impacto social e intervenção cultural, é outra das novas aquisições. A empresa já trabalha com a Fundação Obama e com a estação de televisão PBS. A fundadora e presidente da agência, Genevieve Roth, ocupa ainda o cargo de consultora estratégica sénior da Archewell, depois de ter estado envolvida na última campanha presidencial de Hillary Clinton.

A notícia sobre a saída da chefe de gabinete e das novas contratações e promoções da fundação criada por Harry e Meghan no ano passado, surge no mesmo dia em que é anunciado que o príncipe foi contratado pela BetterUp, uma startup norte-americana dedicada ao coaching na área da saúde mental. Sabe-se que Harry ocupará o cargo de diretor de impacto. A empresa, sediada em São Francisco e avaliada em 1,73 mil milhões de dólares, não revelou qual a retribuição do duque de Sussex.

A direção da BetterUp

As mudanças, mas sobretudo as saídas, da equipa de Harry e Meghan foram sendo frequentes durante o período em que o casal viveu em Inglaterra. Da assistente pessoas Melissa Touabti, outrora assistente pessoal da duquesa, passando por Samantha Cohen, a mulher que ficou encarregue de ajudar Markle na sua adaptação à realeza britânica, ao fim de 17 anos ao serviço dos Windsor, as demissões começaram logo no final de 2018.

Durante seu tempo como funcionários oficiais da realeza, os Sussex passaram por uma série de mudanças de equipe, com Melissa Touabti (a assistente pessoal da Duquesa), Amy Pickerill (secretária particular assistente), Katrina McKeever (secretária adjunta de comunicações) e Samantha Cohen (do casal secretário particular), todos saindo de suas funções. No início deste mês, o Times noticiou as acusações de bullying feitas contra Meghan por ex-funcionários em 2018.

No início deste mês, o The Times fez eco das acusações de bullying por parte de alguns funcionários, outrora ao serviços dos Sussex. Meghan rejeitou prontamente as alegações, classificando-as como uma “campanha de difamação calculada”, a poucos dias da polémica entrevista transmitida pela CBS. Uma semana mais tarde, Buckingham entregaria a investigação das denúncias a uma empresa independente.