Foi o epílogo de três dias em que o país esteve dividido entre os últimos dados da crise pandémica e o que se ia passando no Tribunal Central de Instrução Criminal após Luís Filipe Vieira, o seu filho Tiago, o agente Bruno Macedo e o empresário José António dos Santos terem sido detidos na quarta-feira por ordem do juiz Carlos Alexandre, após pedido do procurador Rosário Teixeira.

Estes últimos três arguidos saíram em liberdade com a obrigatoriedade de depositarem um total de 2,9 milhões de euros cauções mas o presidente do Benfica auto-suspenso teve destino diferente.

Para começar, Vieira foi o único arguido a ficar em prisão domiciliária até depositar caução de três milhões de euros. Tem 20 dias para o fazer. E, em segundo lugar, teve muito mais restrições de contactos. Porquê? Vamos explicar de seguida.

Havia razões para a prisão preventiva?

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