António Mexia (ex-presidente executivo da holding da EDP) e João Manso Neto (ex-líder da EDP Renováveis e atual CEO da Greenvolt) avançaram com um pedido de prescrição do procedimento criminal para os três crimes de corrupção ativa que lhe são imputados no processo EDP. Um processo idêntico àquele que também já foi requerido ao Ministério Público (MP) por Miguel Barreto, ex-diretor-geral da Energia.

Mexia e Manso Neto dizem que a prescrição desses três crimes de corrupção ativa terá alegadamente acontecido entre finais de 2015 e 2016. Isto é, cerca de um ano antes de os gestores terem sido constituídos arguidos em junho de 2017. Uma tese que, contudo, está longe de ser unânime, como demonstra este estudo jurídico de um reputado penalista noticiado pelo Observador.

Tese do MP sobre não prescrição dos crimes de corrupção reforçada com estudo jurídico

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