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Texto de 11 de setembro de 2019 republicado devido ao novo interrogatório de Manuel Pinho marcado para 30 de julho de 2021

A quarta tentativa de interrogar Manuel Pinho está marcada para as 15h desta sexta-feira mas o ex-ministro da Economia já sabe desde setembro de 2019 qual é a indiciação que o Ministério Público (MP) lhe imputa no caso EDP. Aquando da terceira tentativa de o interrogar, o MP confrontou-o com o despacho de indiciação que, no seu ponto central, resume-se assim:  o ex-ministro da Economia terá alegadamente recebido ‘luvas’ de cerca de 3,9 milhões de euros do Grupo Espírito Santo (GES) e de cerca de 620 mil euros da EDP, entre 2005 e 2014, para alegadamente favorecer a principal elétrica nacional em cerca de 1,2 mil milhões de euros obtidos com as alterações legislativas dos contratos de fornecimento de eletricidade promovidas por Pinho.

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