Miguel Barreto, ex-diretor-geral da Energia, entregou um requerimento nos autos do processo EDP a defender a extinção do procedimento criminal pelo crime de corrupção passiva por alegadamente ter recebido cerca de 1,4 milhões de euros da EDP a troco de alegados benefícios concedidos à elétrica. Isto acontece depois de ter sido interrogado como arguido a 9 de julho de 2021 por suspeitas de corrupção passiva, tráfico de influências e participação económica em negócio.

A defesa do ex-diretor-geral da Energia alega que a prescrição do crime de corrupção passiva ocorreu em 2016. Para chegarem a essa conclusão, os advogados José Lobo e Claúdia Amorim invocam um acórdão do Tribunal Constitucional que já tinha sido usado pelo juiz Ivo Rosa para declarar prescritos todos os crimes de corrupção imputados a José Sócrates, Armando Vara e a outros arguidos na Operação Marquês.

DCIAP investiga negócio de 1,4 milhões de ex-diretor-geral da Energia com a EDP

Este artigo é exclusivo para os nossos assinantes: assine agora e beneficie de leitura ilimitada e outras vantagens. Caso já seja assinante inicie aqui a sua sessão. Se pensa que esta mensagem está em erro, contacte o nosso apoio a cliente.