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A equipa de Maradona tem sucessora sem um 10: Nápoles vence Roma de Mourinho e fica com 13 pontos de avanço na Serie A

Este artigo tem mais de 1 ano

Mais de três décadas depois do último título na história, Nápoles respira confiança que desta vez é mesmo. A vitória frente aos romanos mostra o porquê. E fosso na liderança é cada vez maior (2-1).

Giovanni Simeone marcou o golo da vitória a quatro minutos do final e Nápoles já leva 13 pontos de avanço sobre o Inter
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Giovanni Simeone marcou o golo da vitória a quatro minutos do final e Nápoles já leva 13 pontos de avanço sobre o Inter

Getty Images

Giovanni Simeone marcou o golo da vitória a quatro minutos do final e Nápoles já leva 13 pontos de avanço sobre o Inter

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Muitas mensagens de parabéns, muitos elogios por uma carreira de mais de duas décadas com mais de 26 títulos, muitas palavras a recordar o percurso que marcou de forma indelével o futebol mundial. As semanas em Itália já são muitas vezes marcadas por José Mourinho, a presente foi ainda mais com o 60.º aniversário do treinador da Roma. Mas a presente foi também, ou sobretudo, assinalada pela preparação para um jogo que colocaria à prova a verdadeira força dos giallorossi neste ano de 2023 depois de quatro vitórias e um empate a abrir que colocaram a equipa nos lugares de Champions e aos quartos da Taça. O adversário, esse, não poderia ser mais difícil. E era em Nápoles que se jogava o encontro grande da ronda na Serie A.

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“Não quero ser mal interpretado mas felicito aqui o Nápoles pela conquista do scudetto. É merecido, são a equipa mais forte, com um ótimo treinador e grandes jogadores. 12 pontos é uma grande distância e, a avaliar pela irregularidade do Inter e AC Milan, o Nápoles não terá adversário à altura. O título é deles mas, como é óbvio, tentaremos ganhar-lhes”, comentou na antecâmara do jogo o técnico português, que assumiu também ter interesse no central sul-coreano Kim Min-jae, “um jogador de topo”, ainda no Tottenham. No entanto, aquilo que todos queriam saber era a opinião de Mourinho sobre Zaniolo, que depois de pedir para não jogar com o Spezia terá feito de tudo para abortar a saída para o Bournemouth pensando no AC Milan.

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“O Zaniolo anda a dizer há um mês que quer sair. Infelizmente parece que eu tinha razão. Digo infelizmente porque o jogador anda há um mês a dizer que quer sair. Se um jogador diz a toda a gente que não quer vestir a camisola da Roma, então tenho de dizer infelizmente. Quando um jogador te diz, a ti, ao clube e aos companheiros ‘Não quero vestir a camisola da Roma, não quero jogar, não quero voltar a treinar’, tenho de dizer ‘infelizmente’… A situação ideal seria o jogador estar feliz. Disse que esperava que ele ficasse, mas como as coisas estão agora, tenho de acrescentar o ‘infelizmente’ na frase. Nápoles? Não estará disponível, ele não faz parte do nosso projeto. Tenho de pensar exclusivamente no próximo jogos”, atirou o português.

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Mais um jogador de fora das opções, outro problema à vista com Smalling depois de ver a renovação que ia sendo negociada com os dirigentes romanos ficar estagnada, alguma convulsão interna antes do encontro frente a um Nápoles de Luciano Spalletti que nos últimos 15 jogos da Serie A ganhou 14 e perdeu apenas em Milão com o Inter, ganhando 12 pontos de vantagem para um AC Milan que este domingo foi cilindrado em San Siro pelo Sassuolo e que corria o risco de deixar nesta ronda os lugares de acesso à Champions. Também para a Roma, a crise dos campeões era uma oportunidade. O empate conseguido na parte final ainda deu esperança de pelo menos somar pontos na viagem ao sul de Itália mas este Nápoles está talhado para fazer história. Com mais uma vitória, leva 13 pontos de avanço. E a festa começa a estar mais próxima, com essa particularidade de a equipa não necessitar de um 10 como teve outrora El Pibe para fazer a diferença.

Num Estádio Diego Armando Maradona cheio como que a sentir o aproximar de um título que foge desde 1990, o Nápoles teve uma entrada a todo o gás com Kvaratskhelia a obrigar Rui Patrício à primeira defesa mais apertada para canto (5′). Os romanos ainda estiveram próximos de festejar num lance involuntário de Kim Min-jae, a fazer o corte de cabeça numa bola que explorava Tammy Abraham e a acertar no poste da própria baliza (12′), mas os visitados iriam fazer prevalecer a superioridade em campo pouco depois com um grande golo de Osimhen, a receber na área de forma orientada para fuzilar sem hipóteses para o guardião português (16′). A Roma ainda tentou subir linhas mas foi o Nápoles que manteve o controlo e as ocasiões para aumentar a vantagem até aos descontos, altura em que Alex Meret tirou o golo a Spinazzola.

[Clique nas imagens para ver os golos do Nápoles-Roma em vídeo]

Ao intervalo Mourinho apostou em El Shaarawy em vez de Spinazzola, procurando ter mais chegada na frente e outra criatividade que permitisse que a equipa não estivesse refém de Dybala para evitar o constante jogo direto em Abraham. E seria mesmo Il Faraone a fazer o empate à entrada do último quarto de hora, numa insistência após canto que encontrou o internacional italiano ao segundo poste para desviar (75′), já depois de Rui Patrício ter feito uma defesa providencial a remate de Chucky Lozano e de Meret ter sofrido alguns calafrios sobretudo após lances de bola parada. Ficava tudo em aberto até aos minutos finais, altura em que Giovanni Simeone, saído do banco, recebeu à entrada da área, ajeitou para o pé esquerdo e rematou ao ângulo sem hipóteses para o golo que deixou o Diego Armando Maradona em delírio (86′).

 
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