Primeiro os fact checks, agora os programas de diversidade e inclusão. A pouco mais de uma semana da tomada de posse de Donald Trump, a Meta avançou esta sexta-feira com mais uma reestruturação num período em que a imprensa norte-americana fala em tentativas de aproximação ao Presidente eleito.
“O panorama legal e político em torno dos esforços de Diversidade, Equidade e Inclusão (DEI) nos Estados Unidos da América está a mudar“, diz Janelle Gale. a vice-presidente dos recursos humanos na empresa, num comunicado citado pela Reuters. A executiva menciona ainda recentes decisões tomadas pelo Supremo Tribunal que “sinalizam uma mudança” na abordagem dos tribunais daqui em diante para casos dentro deste tema.
Apesar de continuar à procura de candidatos vindos de diferentes contextos étnicos e sociais, a Meta vai divergir das políticas de DEI previamente sinalizadas. “O termo [DEI] também se tornou carregado, em parte porque é entendido por alguns como uma prática que sugere um tratamento preferencial de alguns grupos em relação a outros”, explica Gale. Uma alteração significativa na empresa vai ser a abolição do departamento de DEI, com a chefe do gabinete Maxine Williams a transitar para um novo cargo focado em “acessibilidade e envolvimento”.