1236,1kWh poupados 1236,1 kWh poupados com a
i

A opção Dark Mode permite-lhe poupar até 30% de bateria.

Reduza a sua pegada ecológica.
Saiba mais

Negociações entre Japão e EUA sem avanços, com acordo tarifário esperado em "90 dias"

Este artigo tem mais de 1 ano

Tóquio tem vindo a pedir aos EUA uma isenção da nova taxa sobre a indústria automóvel, que é particularmente prejudicial para o Japão, na medida em que afeta uma das suas principais indústrias.

Tóquio considera as tarifas "extremamente lamentáveis"
i

▲Tóquio considera as tarifas "extremamente lamentáveis"

FMT

▲Tóquio considera as tarifas "extremamente lamentáveis"

FMT

Acompanhe aqui o nosso liveblog sobre economia.

O ministro japonês para a Revitalização Económica afirmou esta quinta-feira que os Estados Unidos procuram um acordo sobre as tarifas “dentro de 90 dias”, mas não anunciou qualquer progresso no primeiro dia de negociações realizadas em Washington.

“Percebo que os Estados Unidos queiram concluir um acordo em 90 dias. Queremos chegar lá o mais rapidamente possível, mas esta é uma negociação entre duas partes”, afirmou Ryosei Akazawa, o negociador que Tóquio enviou a Washington para encontrar uma solução para as tarifas comerciais impostas pela Administração de Donald Trump.

Akazawa reuniu-se em Washington com o Presidente norte-americano, assim como com o secretário do Tesouro, Scott Bessent, e o representante do comércio, Jamieson Greer.

O ministro japonês anunciou à imprensa que os dois países estão a tentar “agendar a próxima reunião durante este mês [de abril]”.

Akazawa informou ainda que recordou às autoridades norte-americanas que Tóquio considera as tarifas “extremamente lamentáveis”.

“Depois de expormos as nossas ideias sobre o impacto na indústria japonesa e na expansão do investimento e do emprego no Japão e nos Estados Unidos, instei vivamente os Estados Unidos a reconsiderarem estas medidas”, disse o negociador.

Tóquio tem vindo a pedir à Administração Trump uma isenção da nova taxa sobre a indústria automóvel, que é particularmente prejudicial para o Japão, na medida em que afeta uma das suas principais indústrias, que tem o maior mercado nos Estados Unidos, bem como outras tarifas aduaneiras anunciadas por Washington.

Em crise, a indústria automóvel europeia virou-se para os EUA. Com tarifas de 25%, Trump fecha-lhe a porta

A nova taxa aduaneira dos Estados Unidos sobre as importações de veículos de passageiros produzidos no Japão passou de 2,5% para 27,5%.

Trump indicou que poderá dar mais tempo a alguns fabricantes de automóveis que estejam a ponderar deslocalizar instalações de produção para os Estados Unidos, antes de lhes impor as novas medidas.

Nissan reforça produção nos EUA e suspende venda de modelos feitos no México

O chefe de Estado anunciou também, na semana passada, uma pausa de 90 dias na aplicação do que designa como “tarifas recíprocas”, que afetam os principais parceiros comerciais dos Estados Unidos e que ascendem a 24% no caso do Japão.

O Japão tem tido prioridade nas negociações sobre essas tarifas.

A Administração Trump também lançou investigações de segurança nacional sobre as importações de chips e produtos farmacêuticos, que, segundo os media norte-americanos, serão utilizadas para impor novas tarifas sobre esses produtos.

Tarifas nos “chips” estão suspensas mas Trump diz que não se trata de uma isenção na eletrónica – “ninguém se vai safar” das tarifas

Embora o Governo dos Estados Unidos também acuse Tóquio de tirar partido indevido da desvalorização da moeda japonesa, o iene, para impulsionar as exportações, a questão cambial não foi discutida na quarta-feira, disse Akawaza.

O ministro, que antes de partir para Washington disse esperar “construir uma relação de confiança” para concluir “uma parceria vantajosa para ambos” os países, viu Trump juntar-se inesperadamente às negociações na quarta-feira.

“É uma grande honra reunir-me com a delegação comercial japonesa. Um progresso significativo”, escreveu o Presidente dos EUA na sua rede social Truth, antes do encontro.

“O Japão vem hoje [quarta-feira] negociar as tarifas, o custo do apoio militar [dos EUA ao país asiático] e a ‘JUSTIÇA COMERCIAL'”, acrescentou.

Ofereça este artigo a um amigo

Enquanto assinante, tem para partilhar este mês.

A enviar artigo...

Artigo oferecido com sucesso

Ainda tem para partilhar este mês.

O seu amigo vai receber, nos próximos minutos, um e-mail com uma ligação para ler este artigo gratuitamente.

O seu plano não inclui a oferta de artigos

Para poder oferecer artigos aos seus amigos, faça upgrade para um plano de subscrição superior.

Ofereça até artigos por mês ao ser assinante do Observador

Partilhe os seus artigos preferidos com os seus amigos.
Quem recebe só precisa de iniciar a sessão na conta Observador e poderá ler o artigo, mesmo que não seja assinante.

Este artigo foi-lhe oferecido pelo nosso assinante . Assine o Observador hoje, e tenha acesso ilimitado a todo o nosso conteúdo. Veja aqui as suas opções.

Atingiu o limite de artigos que pode oferecer

Já ofereceu artigos este mês.
A partir de 1 de poderá oferecer mais artigos aos seus amigos.

Aconteceu um erro

Por favor tente mais tarde.

Atenção

Para ler este artigo grátis, registe-se gratuitamente no Observador com o mesmo email com o qual recebeu esta oferta.

Caso já tenha uma conta, faça login aqui.