Angola reduziu em 19% os óbitos por malária, entre 2022 e 2023, doença que continua a ser a principal causa de morbilidade e mortalidade no país, segundo o Ministério da Saúde.

Numa nota alusiva ao Dia Mundial da Malária, instituído em 2007 pela Organização Mundial da Saúde (OMS), que se assinala sexta-feira, o Ministério da Saúde angolano referiu que, em 2023, Angola notificou mais de 10 milhões de casos, com uma redução significativa no número de óbitos.

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De acordo com a nota, Angola reportou 12.480 óbitos por malária, em 2022, baixando para 10.089, em 2023.

O país lusófono ocupa o quarto lugar entre os 28 países africanos com maior número de casos reportados em 2022, atrás da Nigéria, República Democrática do Congo (RDCongo) e Uganda.

Subordinado ao lema “Reinvestir, Reimaginar e Reacender”, Angola associa-se este ano “à chamada global para renovar os compromissos, inovar nas estratégias e reforçar os investimentos para a eliminação da malária até 2030”.

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A malária continua a ser uma das doenças infecciosas mais mortais do mundo, que afeta sobretudo grávidas e crianças.