1230,7kWh poupados 1230,7 kWh poupados com a
i

A opção Dark Mode permite-lhe poupar até 30% de bateria.

Reduza a sua pegada ecológica.
Saiba mais

Cálice litúrgico do século XVI desapareceu de paróquia da ilha de Santa Maria

Este artigo tem mais de 1 ano

Cálice de prata em banho de ouro deve "valer à volta de 5/6 mil euros" e foi dado como desaparecido durante os preparativos para a festa anual em Vila do Porto, nos Açores, disse o padre da paróquia.

Cálice desaparecido - Paróquia Matriz de Vila do Porto
i

▲Cálice é de prata, dourado, tem quatro pêndulos ao redor e tem umas pedras no pé, descreveu Carlos Espírito Santo.

Reprodução / Facebook Paróquias da Ilha de Santa Maria

▲Cálice é de prata, dourado, tem quatro pêndulos ao redor e tem umas pedras no pé, descreveu Carlos Espírito Santo.

Reprodução / Facebook Paróquias da Ilha de Santa Maria

Um cálice litúrgico do século XVI, de “grande valor espiritual e histórico” para a paróquia da Matriz de Vila do Porto, na ilha de Santa Maria, desapareceu da sacristia e o caso foi participado às autoridades policiais.

O padre da paróquia açoriana da Matriz de Vila do Porto, Carlos Espírito Santo, disse esta segunda-feira à agência Lusa que o cálice de prata em banho de ouro deve “valer à volta de cinco/seis mil euros” e foi dado como desaparecido na semana passada, por ocasião dos preparativos para a festa anual de Nossa Senhora da Assunção, padroeira da vila, que é festejada a 15 de agosto.

“Este cálice é utilizado em cerimónias especiais. A última vez que foi utilizado foi no [dia do] Corpo de Deus. Estava na sacristia, no lugar onde era guardado. Fomos buscá-lo para limpar, para a festa de 15 de agosto, e demos por falta dele”, relatou.

Segundo o sacerdote, de imediato a paróquia participou o desaparecimento da peça à Polícia de Segurança Pública (PSP) e, até ao momento, “ainda não há nenhum sinal de ter aparecido”.

Carlos Espírito Santo não tem explicações para a falta do cálice, referindo que “algumas pessoas têm acesso” à sacristia, mas “não há sinal de arrombamento” de portas.

A paróquia, que está a “pesquisar e a averiguar” a situação, já tomou medidas preventivas para evitar que aconteçam outras situações.

“Já mudamos as fechaduras [das portas], já estamos a tentar arranjar outros métodos para que isso não aconteça no futuro”, adiantou, admitindo que se trata de um episódio desagradável.

Ainda de acordo com o pároco, o desaparecimento do cálice foi recebido pelos habitantes da ilha de Santa Maria com “muito espanto” e com tristeza, por se tratar de uma peça religiosa “bastante significativa para a comunidade“.

Não será a peça mais valiosa da paróquia, mas é de “grande valor”. “Ele [o cálice] é de prata, dourado, tem quatro pêndulos à volta e também tem umas pedras no pé”, descreveu.

Carlos Espírito Santo ainda tem esperança de que o cálice seja encontrado: “Esperemos que sim, mas, às vezes […] é difícil. Esperemos que ainda não tenha saído da ilha. Estamos na expectativa”. As Paróquias da Ilha de Santa Maria divulgaram uma nota nas redes sociais sobre o caso.

Na publicação informam sobre o desaparecimento do cálice litúrgico, de “grande valor espiritual e histórico” para a paróquia da Matriz de Vila do Porto e apelam a quem souber de alguma informação sobre o seu paradeiro que “contacte o pároco ou alguém do conselho de assuntos económicos”.

“Ajudemos a trazer de volta esta peça sagrada ao serviço da nossa fé”, é o apelo lançado.

Ofereça este artigo a um amigo

Enquanto assinante, tem para partilhar este mês.

A enviar artigo...

Artigo oferecido com sucesso

Ainda tem para partilhar este mês.

O seu amigo vai receber, nos próximos minutos, um e-mail com uma ligação para ler este artigo gratuitamente.

O seu plano não inclui a oferta de artigos

Para poder oferecer artigos aos seus amigos, faça upgrade para um plano de subscrição superior.

Ofereça até artigos por mês ao ser assinante do Observador

Partilhe os seus artigos preferidos com os seus amigos.
Quem recebe só precisa de iniciar a sessão na conta Observador e poderá ler o artigo, mesmo que não seja assinante.

Este artigo foi-lhe oferecido pelo nosso assinante . Assine o Observador hoje, e tenha acesso ilimitado a todo o nosso conteúdo. Veja aqui as suas opções.

Atingiu o limite de artigos que pode oferecer

Já ofereceu artigos este mês.
A partir de 1 de poderá oferecer mais artigos aos seus amigos.

Aconteceu um erro

Por favor tente mais tarde.

Atenção

Para ler este artigo grátis, registe-se gratuitamente no Observador com o mesmo email com o qual recebeu esta oferta.

Caso já tenha uma conta, faça login aqui.