1230,7kWh poupados 1230,7 kWh poupados com a
i

A opção Dark Mode permite-lhe poupar até 30% de bateria.

Reduza a sua pegada ecológica.
Saiba mais

Delcy Rodríguez convida EUA a trabalharem numa "agenda de cooperação"

Este artigo tem mais de 6 meses

Delcy Rodríguez esclareceu que o objetivo da agenda de cooperação é "o desenvolvimento partilhado, no quadro da legalidade internacional" e o fortalecimento de "uma convivência comunitária duradoura".

epa12622745 (FILE) - Vice President of Venezuela, Delcy Rodriguez speaks during a meeting of the High Commission for the Defense of Guayana Esequiba, in Caracas, Venezuela, 11 December 2023  (re-issued 03 January 2026). Vice President Delcy Rodriguez appeared on Venezuelan state TV on 03 January 2026 saying the government does not know the whereabouts of Venezuelan President Nicolas Maduro and his wife Cilia Flores after the USA claimed their capture following a military strike against Venezuela on 03 January 2026.  EPA/RAYNER PENA R
i

▲A vice-presidente executiva, Delcy Rodríguez, assumiu a presidência interina do país

RAYNER PENA R/EPA

▲A vice-presidente executiva, Delcy Rodríguez, assumiu a presidência interina do país

RAYNER PENA R/EPA

Acompanhe o nosso liveblog sobre a situação na Venezuela

A presidente interina da Venezuela, Delcy Rodríguez, convidou o Governo dos Estados Unidos a trabalharem em conjunto numa “agenda de cooperação”, um dia após a captura do líder venezuelano Nicolás Maduro.

“Estendemos o convite ao Governo dos EUA para trabalhar em conjunto numa agenda de cooperação, visando o desenvolvimento partilhado, no quadro da legalidade internacional e fortalecer uma convivência comunitária duradoura“, disse Rodríguez no domingo, numa declaração publicada na rede social Facebook.

No mesmo dia, o Presidente dos Estados Unidos exigiu da nova líder venezuelana “acesso total” à Venezuela em termos de recursos naturais e outros.

“O que precisamos [de Delcy Rodriguez] é de acesso total. Acesso total ao petróleo e a outras coisas no país que nos permitirão reconstruí-lo”, disse.

Questionado sobre que “outras coisas” precisariam, Trump mencionou as infraestruturas do país.

“Nós mandamos”, disse Trump, que no sábado, ao anunciar os detalhes da captura de Maduro, reiterou várias vezes que o país será governado por uma equipa de confiança do Presidente, para garantir um processo de transição.

Trump reiterou no domingo que a operação para capturar Maduro e levá-lo à justiça em Nova Iorque responde a uma nova Doutrina Monroe de intervenção na América Latina, que batizou de “Doutrina Donroe”.

“O hemisfério [ocidental] é nosso”, concretizou, a caminho da Casa Branca, vindo de Mar-a-Lago, na Florida.

Em entrevista ao semanário The Atlantic, Trump disse que se Rodríguez, nomeada presidente interina na ausência de Maduro, “não fizer a coisa certa”, um futuro pior que o de Maduro a espera.

O dirigente norte-americano disse que a questão da libertação de presos políticos está em segundo plano: “Ainda não chegámos a esse ponto. Neste momento, o que queremos fazer é tratar do petróleo, reparar o país, trazê-lo de volta e ter eleições”, embora a certa altura se tenha recusado a dizer se a realização de eleições livres na Venezuela é uma questão urgente.

Trump também confirmou que existem canais de comunicação abertos com a nova líder venezuelana, embora tenha dito que, por enquanto, não falou diretamente com Rodríguez.

O Presidente norte-americano disse que estão a considerar a reabertura da embaixada dos EUA em Caracas, tendo em conta este novo capítulo nas relações entre os dois países, após a queda de Maduro, que esta segunda-feira vai comparecer perante um juiz em Nova Iorque para iniciar o julgamento por tráfico de droga e corrupção.

Os Estados Unidos lançaram no sábado “um ataque em grande escala contra a Venezuela” para capturar e julgar o líder venezuelano, Nicolás Maduro, e a mulher, e anunciaram que vão governar o país até se concluir uma transição de poder.

Horas depois do ataque, e não sendo ainda claro quem vai dirigir o país após a queda de Maduro, o Presidente norte-americano, Donald Trump, admitiu uma segunda ofensiva contra o país se for necessário.

Nicolás Maduro e a mulher foram transportados para Nova Iorque e o ex-presidente vai comparecer esta segunda-feira num tribunal em Manhattan.

A vice-presidente executiva, Delcy Rodríguez, assumiu a presidência interina do país.

A comunidade internacional dividiu-se entre a condenação ao ataque dos Estados Unidos a Caracas e saudações pela queda de Maduro e o secretário-geral da ONU, António Guterres, alertou que a ação militar dos EUA poderá ter “implicações preocupantes” para a região.

Ofereça este artigo a um amigo

Enquanto assinante, tem para partilhar este mês.

A enviar artigo...

Artigo oferecido com sucesso

Ainda tem para partilhar este mês.

O seu amigo vai receber, nos próximos minutos, um e-mail com uma ligação para ler este artigo gratuitamente.

O seu plano não inclui a oferta de artigos

Para poder oferecer artigos aos seus amigos, faça upgrade para um plano de subscrição superior.

Ofereça até artigos por mês ao ser assinante do Observador

Partilhe os seus artigos preferidos com os seus amigos.
Quem recebe só precisa de iniciar a sessão na conta Observador e poderá ler o artigo, mesmo que não seja assinante.

Este artigo foi-lhe oferecido pelo nosso assinante . Assine o Observador hoje, e tenha acesso ilimitado a todo o nosso conteúdo. Veja aqui as suas opções.

Atingiu o limite de artigos que pode oferecer

Já ofereceu artigos este mês.
A partir de 1 de poderá oferecer mais artigos aos seus amigos.

Aconteceu um erro

Por favor tente mais tarde.

Atenção

Para ler este artigo grátis, registe-se gratuitamente no Observador com o mesmo email com o qual recebeu esta oferta.

Caso já tenha uma conta, faça login aqui.