O Governo italiano determinou esta segunda-feira o aumento das fiscalizações aos estabelecimentos de hotelaria e restauração no país, após o incêndio no bar na estância de esqui suíça Crans-Montana, onde morreram 40 pessoas, incluindo uma portuguesa.

O Ministério do Interior italiano divulgou que vai intensificar a fiscalização após o incêndio, que foi atribuído a medidas e instalações de segurança inadequadas.

O ministro do Interior, Matteo Piantedosi, enviou uma diretiva a todos os presidentes de câmara para aumentar as inspeções nos estabelecimentos públicos, começando pelas normas de segurança contra incêndios.

A tragédia de Crans-Montana levantou a discussão sobre a segurança em estabelecimentos públicos e locais de diversão, noticiou a agência italiana ANSA.

Uma discoteca histórica de Roma, Piper, foi encerrada devido a preocupações de segurança após o incêndio em Crans-Montana.

Leão XIV conforta famílias das vítimas do incêndio em bar suíço em encontro no Vaticano

Na tragédia daquela localidade alpina, ocorrida em 01 de janeiro, além das 40 vítimas mortais, na sua maioria menores de idade, outras 116 pessoas ficaram feridas, a grande maioria com queimaduras graves.

Segundo as investigações preliminares, o incêndio teve origem em artefactos pirotécnicos que incendiaram a espuma de isolamento acústico que cobria o teto, fazendo propagar as chamas por todas as instalações do local de divertimento noturno.