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A circulação ferroviária na Linha de Cascais foi retomada na quarta-feira em via dupla, com reposição gradual dos serviços, podendo ainda verificar-se alguns constrangimentos, segundo a CP — Comboios de Portugal.
Numa nota divulgada na rede social Facebook, a transportadora adianta que até à normalização dos horários, a oferta será reforçada em hora de ponta, com comboios de 15 em 15 minutos, com paragem em todas as estações.
Os comboios vão passar entre as 07h00 e as 09h00 e as 17h00 e as 20h00, no sentido Cais do Sodré – Cascais e as 07h03 e as 09h33 e as 17h03 e as 20h03, no sentido Cascais – Cais do Sodré.
Fora destas horas, os comboios, que também efetuarão paragem em todas as estações, terão partida da sua estação de origem a cada 30 minutos.
Na sequência do mau tempo das últimas semanas em Portugal continental, a circulação de comboios na Linha de Cascais estava a ser feita com alterações nos horários.
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De acordo com a CP, persistem ainda condicionamentos na circulação ferroviária na Linha da Beira Baixa, que continua suspensa, realizando-se apenas comboios Regionais entre Castelo Branco e Guarda e entre Entroncamento e Abrantes. A circulação continua também suspensa na Linha do Douro, entre Régua e Pocinho e na Linha do Oeste.
Os Comboios Urbanos de Coimbra estão a circular entre Coimbra-B-Alfarelos-Coimbra-B.
Prevê-se a realização do Comboio Internacional Celta, podendo ser usado material circulante diferente do habitual e sendo que o percurso Valença-Vigo-Valença será feito com recurso a transbordo rodoviário, segundo a transportadora.
Dezoito pessoas morreram em Portugal na sequência da passagem das depressões Kristin, Leonardo e Marta, que provocaram também muitas centenas de feridos e desalojados.
A destruição total ou parcial de casas, empresas e equipamentos, a queda de árvores e de estruturas, o fecho de estradas, escolas e serviços de transporte, e o corte de energia, água e comunicações, inundações e cheias são as principais consequências materiais do temporal.
As regiões Centro, Lisboa e Vale do Tejo e Alentejo foram as mais afetadas. A situação de calamidade que abrangia os 68 concelhos mais afetados terminou a 15 de fevereiro.