1230,6kWh poupados 1230,6 kWh poupados com a
i

A opção Dark Mode permite-lhe poupar até 30% de bateria.

Reduza a sua pegada ecológica.
Saiba mais

Imagens de satélite sugerem que míssil hipersónico Oreshnik foi colocado numa nova base militar russa na Bielorrússia

Este artigo tem mais de 6 meses

Antigo aeródromo militar soviético a 5km da fronteira com Rússia esconderá o temido míssil hipersónico "árvore de avelã", que será capaz de atingir toda a Europa. Base está em construção desde agosto.

GettyImages-2254782795
i

▲A Rússia já utilizou o míssil Oreshnik em ataques à Ucrânia – sem ogiva nuclear – pelo menos duas vezes

Bloomberg via Getty Images

▲A Rússia já utilizou o míssil Oreshnik em ataques à Ucrânia – sem ogiva nuclear – pelo menos duas vezes

Bloomberg via Getty Images

Imagens de satélite recentes sugerem que a Rússia pode ter implantado um sistema de mísseis hipersónicos com capacidade nuclear, conhecido como Oreshnik, em território bielorrusso, cercado por diversas instalações de defesa, avançou a Radio Free Europe (RFE). As fotografias, captadas pela Planet Labs a 17 de fevereiro, mostram seis posições que parecem abrigar equipamentos destinados a proteger a área contra possíveis ataques. Segundo o jornal norueguês Aftenposten, os mísseis ali instalados poderão atingir toda a Europa, naquele que é descrito como um dos “projetos mais prestigiados de Putin”.

“Estamos a falar de um acampamento militar fechado com um altíssimo nível de proteção, tanto terrestre quanto aérea. Esse nível de proteção geralmente é reservado para instalações realmente importantes”, explicou Anatoliy Khrapchynskiy, especialista ucraniano em aviação e vice-diretor de uma empresa que fabrica dispositivos de guerra eletrónica por rádio, à RFE. Segundo Khrapchynskiy, para a Rússia implantar um míssil hipersónico como o Oreshnik – capaz de transportar várias ogivas nucleares (daí o seu nome, que significa “aveleira” em russo, devido à sua aparência quando as múltiplas ogivas caem em rastos de luz que se assemelham aos ramos da planta) – seria necessário construir “um sistema de defesa aérea para proteger essa instalação, já que ela tem importância estratégica”.

“Isso basicamente coincide com o que vemos na configuração das sombras do equipamento e sua localização nas imagens de satélite”, conclui Khrapchynskiy.

Oreshnik, verdadeira ameaça ou propaganda russa: qual o perigo deste míssil hipersónico gabado por Putin e com capacidade nuclear?

Já a 9 de fevereiro, outra imagem captada pela Planet Labs, também divulgada pela rádio financiada pelo Congresso dos EUA, mostrara o que aparentavam ser dois ou três veículos russos capazes de lançar o míssil Oreshnik, estacionados na unidade russa.

A nova base militar que a Rússia vem construindo na Bielorrússia desde agosto nasceu num antigo aeródromo militar soviético Krychev-6, próximo à vila de Krychau, a menos de 5km da fronteira russa, no leste da Bielorrússia. Apesar de estar instalada no país liderado por Alexander Lukashenko, a base é operada inteiramente por soldados russos, segundo informações da RFE, após análise de vídeos divulgados pelas autoridades bielorrussas.

Google Earth

A Rússia já utilizou o míssil Oreshnik em ataques à Ucrânia – sem ogiva nuclear – pelo menos duas vezes. A 30 de dezembro, os ministérios da defesa de ambos os países divulgaram vídeos que alegavam mostrar o Oreshnik em funcionamento, sem revelar a localização exata da instalação.

Ofereça este artigo a um amigo

Enquanto assinante, tem para partilhar este mês.

A enviar artigo...

Artigo oferecido com sucesso

Ainda tem para partilhar este mês.

O seu amigo vai receber, nos próximos minutos, um e-mail com uma ligação para ler este artigo gratuitamente.

O seu plano não inclui a oferta de artigos

Para poder oferecer artigos aos seus amigos, faça upgrade para um plano de subscrição superior.

Ofereça até artigos por mês ao ser assinante do Observador

Partilhe os seus artigos preferidos com os seus amigos.
Quem recebe só precisa de iniciar a sessão na conta Observador e poderá ler o artigo, mesmo que não seja assinante.

Este artigo foi-lhe oferecido pelo nosso assinante . Assine o Observador hoje, e tenha acesso ilimitado a todo o nosso conteúdo. Veja aqui as suas opções.

Atingiu o limite de artigos que pode oferecer

Já ofereceu artigos este mês.
A partir de 1 de poderá oferecer mais artigos aos seus amigos.

Aconteceu um erro

Por favor tente mais tarde.

Atenção

Para ler este artigo grátis, registe-se gratuitamente no Observador com o mesmo email com o qual recebeu esta oferta.

Caso já tenha uma conta, faça login aqui.