“Estamos a acompanhar e tudo faremos” dentro do quadro da legalidade do Estado para “defender” a refinaria de Sines. A garantia foi deixada esta quarta-feira, 15 de julho, por Miranda Sarmento.

Numa audição parlamentar, o ministro das Finanças assegurou que o Governo, que atuará de acordo com a lei, não deixará de “tudo procurar fazer para defender o interesse estratégico da única refinaria que Portugal ainda tem”.

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A refinaria de Sines está incluída na operação de junção de atividades entre a Galp e a Moeve, cujas negociações continuam mas já tendo indicado que o prazo para um eventual acordo deslizou para a segunda metade do ano. O acordo prevê a criação de duas joint-ventures: uma para a área industrial; outra comercial. A refinaria de Sines integrará a industrial, cuja maioria do capital ficará na Moeve.

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A ministra do Ambiente e Energia e o ministro da Economia têm-se pronunciado sobre o negócio, dizendo que estão a acompanhar o negócio.

Na audição parlamentar, Miranda Sarmento não foi muito mais longe do que essa declaração, tal como também não avançou sobre o fundo soberano, indicando apenas que será feita uma proposta de criação para esse fundo e recorda que a Irlanda tem um instrumento com estas características, declarou quando confrontado pelo Chega com a criação de um fundo soberano como Espanha, socialista, tem. A Irlanda, declara Miranda Sarmento, não tem governo socialista.