A Entidade Reguladora para a Comunicação Social (ERC) sublinha a importância de um jornalismo livre, independente, rigoroso e plural, essencial para o funcionamento da democracia, no Dia Mundial do Jornalismo, admitindo que o setor enfrenta desafios exigentes.
Por ocasião do Dia Mundial do Jornalismo, a ERC “sublinha a importância de um jornalismo livre, independente, rigoroso e plural, essencial para assegurar o direito dos cidadãos à informação e para o funcionamento das sociedades democráticas”.
Num ecossistema mediático “em profunda transformação, o jornalismo enfrenta desafios particularmente exigentes” como “os impactos da digitalização, da inteligência artificial [IA] e da desinformação na produção e circulação de conteúdos informativos; as crescentes pressões sobre a sustentabilidade dos órgãos de comunicação social; e o enfraquecimento da oferta jornalística em alguns territórios, com consequências para o acesso das comunidades à informação de proximidade”.
[Dois meses após o desaparecimento, e já depois de o genro, Raymond Quendoz, lhes ter anunciado que ia divorciar-se dela, os Silva Pais recebem finalmente notícias da filha. Annie está bem. Recusa dar detalhes sobre o seu paradeiro mas há cada vez mais evidências de que fugiu do marido para se juntar à revolução cubana. E, se isso aconteceu, uma coisa é certa: Annie tem de ter tido a ajuda e o aval do próprio Fidel Castro. Resta apenas saber porquê. Já pode ouvir o segundo episódio de “Os Escândalos de uma Revolucionária”, o novo Podcast Plus do Observador. Está disponível no site do Observador, na Apple Podcasts, no Spotify e no Youtube.]
Estes desafios “abrem também novas oportunidades: reafirmar o valor distintivo do jornalismo, assente na verificação dos factos, na contextualização da informação e na compreensão da realidade; reforçar a qualidade e a confiança através da ética e deontologia profissionais, da formação, da autorregulação e de mecanismos internos de verificação; e explorar novas oportunidades de inovação no setor dos media”.
A ERC, “que elegeu a promoção da qualidade do jornalismo como um dos seus eixos estratégicos, reitera o seu compromisso com o livre exercício da liberdade de expressão e de imprensa e com o direito dos cidadãos a uma informação rigorosa, plural, de qualidade e independente”.