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Desde que o novo coronavírus foi identificado na cidade chinesa de Wuhan, há um ano, a instável molécula de ARN onde está depositada toda a sua informação genética já sofreu milhares de alterações. Mas bastou que dezassete delas se tivessem conjugado numa única partícula viral para dar origem a uma nova variante do SARS-CoV-2, 71% mais transmissível do que as outras e capaz de aumentar o número de reprodução (o famoso Rt) em até 0,93: esta que foi identificada agora no Reino Unido e que está a causar alarme generalizado, apesar de a Organização Mundial de Saúde tentar desdramatizar.

Não é a primeira vez que as autoridades de saúde detetam novas variantes do SARS-CoV-2. Na Dinamarca, uma mutação encontrada em martas foi também identificada em centenas de pessoas no país e levou o governo a tomar a polémica decisão de abater milhões destes animais. Tal como no Reino Unido, na África do Sul 90% das novas infeções estão a ser causadas por uma nova estirpe que já tinha sido identificada em abril noutros países, como no Brasil.

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