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Em Espanha, depois da tempestade veio a bonança. Após três meses com um número de novos casos diários de infeção pelo novo coronavírus na ordem dos milhares, o mês de junho trouxe uma acalmia que Portugal invejava, já quem com o surto de Lisboa e Vale do Tejo passou a ter mais contágios por dia do que os espanhóis. Era como se a Covid-19 tivesse dado tréguas a um país que chegou a lamentar a morte de quase mil pessoas num só dia.

Mas não deu. A partir de meados do mês passado vieram os ‘brotes’, com vários surtos em diversas regiões no país, e o número de novos casos de infeção pelo novo coronavírus voltou a subir para os quatro dígitos. As mortes continuaram por muito tempo a roçar o zero — a maior parte dos novos infetados eram jovens e, por isso, pessoas com menos probabilidade de pertencerem aos grupos de risco e muito menos mortalidade —, mas só na terça-feira foram registadas 26 vítimas num só dia. O fantasma da segunda vaga parecia ter chegado. E a Covid-19 ameaçava novamente com força os nossos vizinhos do lado.

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