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Qual a quantidade certa de cloro que é importante garantir numa piscina caseira para se poder nadar em segurança? E o nível recomendado de pH? Se estivermos a falar de uma piscina de condomínio, que medidas devem ser tomadas para minimizar os riscos de contágio com o SARS-CoV-2? Como garantir o distanciamento entre cadeiras e espreguiçadeiras? E, já agora, o que convém não esquecer sobre toalhas e fatos de banho?

As perguntas são muitas, à medida que se aproxima o verão. Enquanto a Direção-Geral de Saúde e as autoridades não revelam orientações para a utilização de piscinas — caseiras, de condomínios, de hotéis e municipais —, o Observador ouviu as recomendações da Associação Portuguesa de Profissionais de Piscinas (APP), que integra a rede European Union of Swimming Pool and Spa’s Associations e que revela estar “a trabalhar no sentido de produzir um guia de boas práticas para ser discutido com a Direção-Geral da Saúde e demais organismos governamentais”, para posteriormente difundir junto de “potenciais interessados”.

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