É agora: a Rádio Observador já está no ar

26 Junho 20193.280

A Rádio Observador já começou a emitir. Como é que nos pode ouvir? E o que pode esperar? Notícias de última hora, opinião, análise, explicadores. Aqui, contamos-lhe tudo.

Quando é que vou poder ouvir a Rádio Observador?
É já esta quinta-feira, dia 27. A emissão arranca às 7h da manhã.

Como é que posso ouvir a Rádio Observador?
É muito simples. Pode ouvir online, em qualquer lado, através do nosso site. No telemóvel ou no computador. Ou pode ouvir em FM, no rádio do carro, de casa ou do trabalho.

Qual é a vossa frequência?
Vamos estar em 98.7 na zona de Lisboa. É uma frequência local e, por isso, não tem um alcance ilimitado.

Só vão estar em Lisboa?
Nesta fase inicial, sim. Mas muito em breve chegaremos ao Porto e a outros pontos do país.

Como posso ouvir a rádio online?
Não tem nada que saber. No nosso site, clique em Ouvir Rádio, mesmo ao lado do nosso logótipo no cabeçalho; na nossa app, utilize o menu principal para chegar à opção Ouvir Rádio.

E no carro?
Aí, pode também ligar o telemóvel ao sistema de som, via Bluetooth ou através de um cabo AUX/USB, e ouvir-nos em todas as suas viagens. Para ouvir uma hora da Rádio Observador só precisa de 20 MB de dados pois vamos utilizar uma tecnologia que consome poucos dados.

É tudo?
Não: no Observador, queremos fazer com que as pessoas gostem de ouvir rádio de forma diferente, recorrendo aos podcasts ou a rubricas que são disponibilizadas no site segundos depois de serem transmitidas em direto.

Porque é que esta rádio é diferente?
Porque tem a cultura do Observador: vai ser uma rádio de informação, que responde de forma rápida aos acontecimentos. Vamos estar sempre a contar o que se passa no mundo, em noticiários de 30 em 30 minutos, 24 horas por dia, ou interrompendo a programação para emissões especiais quando a atualidade o justificar.

Desculpem a pergunta: vão ser chatos?
Nada chatos. A Rádio Observador vai ser feita num tom informal e descontraído. Por exemplo: os noticiários são apresentados como uma conversa informada sobre as notícias.

O que é que vão passar nos horários nobres da rádio? Quando eu for de manhã para o trabalho o que é que vou poder ouvir?
Essa é uma das nossas grandes apostas. A “Manhãs 360” vai estar no ar entre as 7h e as 11h, de segunda a sexta, e vai ter muita gente em antena. Nessas quatro horas, estão no estúdio, em permanência, quatro pessoas: a Maria João Simões, a Carla Jorge de Carvalho, o Paulo Ferreira e a Judite França.

Ah, conheço esses nomes!
Claro que conhece. A Maria João Simões foi apresentadora da SIC e da RTP e locutora das manhãs da RFM e da Comercial; a Carla Jorge de Carvalho esteve 18 anos como pivô da SIC Notícias; o Paulo Ferreira integrou as direções da RTP, do Público e do Jornal de Negócios; e a Judite França dirigiu a Agência Financeira e foi grande repórter da TVI.

E o que é que eles vão fazer durante essas quatro horas?
Muita, muita coisa: vão dar notícias (claro), vão entrevistar os principais protagonistas da atualidade, vão analisar as decisões de políticos e empresários — e vão conversar sobre tudo o que acontecer.

Que mais vai acontecer nas manhãs?
O José Manuel Fernandes vai dar a sua opinião em Contra-Corrente; eu vou apontar todas as manhãs o Bom, o Mau e o Vilão das notícias; a Filomena Martins vai escolher as histórias mais surpreendentes noutros fusos horários, na rubrica Jet Lag; o Pedro Sousa, comentador do Canal 11, ex-editor de Desporto da Renascença e ex-comentador da TVI, vai analisar as principais histórias de desporto, e o David Cristina vai ser a próxima grande surpresa no humor.

E o que é que têm à tarde, quando eu estiver a voltar a casa?
Vamos ter mais informação, mais entrevistas e mais conversa. O editor executivo Ricardo Conceição, que esteve 20 anos na Renascença, e a Ana Filipa Rosa, ex-animadora da RDP Internacional, vão acompanhá-lo no regresso a casa, conversando sobre as principais histórias com os jornalistas da redação do Observador que melhor dominam esses temas e que os estiveram a tratar ao longo do dia. Além disso, recebem todas as tardes o psicólogo e psicanalista Eduardo Sá. E Alberto Gonçalves, um dos colunistas mais populares do Observador, também fará uma crónica conversada, todos os dias depois das 18h30.

Além dos programas da manhã e da tarde e dos noticiários de meia em meia hora, que mais é que me sugerem?
Há muita coisa para ouvir, mas fique com estes dois exemplos. No programa semanal “E o Resto é História”, às quartas-feiras às 13h, o historiador Rui Ramos e o jornalista João Miguel Tavares prometem extirpar a História (sobretudo a de Portugal) do seu registo poeirento e gongórico, tornando-a aquilo que ela merece ser: fascinante, apaixonante, acessível, discutível, polémica (se for preciso) e um instrumento precioso para compreender o mundo em que vivemos. E, aos domingos às 11h, Laurinda Alves fará uma entrevista intimista, num espaço que se chamará “Imperdíveis”.

Têm, portanto, uma grelha muito bem organizada.
Sim, mas a nossa vontade é deitá-la abaixo. A Rádio Observador vai ter a cultura de “última hora”, com mobilização de todos os recursos para cobrir acontecimentos relevantes. Essa sempre foi a cultura do Observador, deixou de ser a cultura das rádios portuguesas. Queremos transmitir aos ouvintes o entusiasmo com as notícias.

Além de toda a redação do site, têm uma equipa focada apenas na rádio?
Claro que temos: é uma equipa de três dezenas de pessoas. Entre elas estão os editores Aníbal Rebelo (ex-CMTV) e João Alexandre (ex-TSF), os subeditores Miguel Cordeiro (ex-RDP) e Joana Carvalho Reis (ex-TSF) ou a jornalista Vanessa Cruz (ex-TVI). E ainda os animadores Nelson Ferreira (ex-SBSR), Diana Duarte (ex-SIC), João Miguel Santos (ex-RTP, que também começou na rádio) e João Paulo Sacadura (ex-TVI).

A rádio vai ser uma coisa muito diferente do Observador que temos hoje?
Nem pensar. A rádio e o jornal são feitos pelas mesmas pessoas e são, na realidade, a mesma coisa. Artigos em texto, vídeos e programas em áudio vão aparecer no mesmo site, na mesma app e nas mesmas newsletters. O Observador é só um, quer seja lido, visto ou ouvido.

Então, o que é que falta?
Não falta nada. Esta quinta-feira, encontramo-nos às 7h da manhã.

Não queremos ser todos iguais, pois não?

Maio de 2014, nasceu o Observador. Junho de 2019, nasceu a Rádio Observador.

Há cinco anos poucos acreditavam que era possível criar um novo jornal de qualidade em Portugal, ainda por cima só online. Foi possível. Agora chegou a vez da rádio, de novo construída em moldes que rompem com as rotinas e os hábitos estabelecidos.

Nestes anos o caminho do Observador foi feito sem compromissos. Nunca sacrificámos a procura do máximo rigor no nosso jornalismo, tal como nunca abdicámos de uma feroz independência, sem concessões. Ao mesmo tempo não fomos na onda – o Observador quis ser diferente dos outros de órgãos de informação, porque não queremos ser todos iguais, nem pensar todos da mesma maneira, pois não?

Fizemos este caminho passo a passo, contando com os nossos leitores, que todos os meses são mais. E, desde há pouco mais de um ano, com os leitores que são também nossos assinantes. Cada novo passo que damos depende deles, pelo que não temos outra forma de o dizer – se é leitor do Observador, se gosta do Observador, se sente falta do Observador, se acha que o Observador é necessário para que mais ar fresco circule no espaço público da nossa democracia, então dê o pequeno passo de fazer uma assinatura.

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