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Texto originalmente publicado a 27 de Maio de 2016

Para avaliar a decisão de Harry Truman de bombardear Hiroshima — uma decisão que ainda há quatro anos não motivou um pedido de desculpas por parte de Barak Obama na primeira visita de um presidente dos Estados Unidos à cidade mártir — não basta tomarmos como referência o que hoje sabemos sobre a bomba atómica e os seus efeitos: temos de procurar perceber o que foi a II Guerra Mundial, o seu caracter único de “guerra total e absoluta” e o que se julgava estar em jogo se o Japão não capitulasse rapidamente e sem condições. Foi isso que procurei fazer num artigo no Público por altura da passagem de 60 anos sobre a data do bombardeamento. É esse texto que aqui se reproduz, com pequenas adaptações.

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