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São pobres, nascem em famílias menos qualificadas, não têm recursos educativos, mas, apesar disso, têm aquilo a que a OCDE chama de resiliência académica e conseguem chegar ao topo. Em Portugal, só 10% dos alunos provenientes de famílias mais desfavorecidas conseguem contrariar a tendência e chegar ao patamar mais alto das competências em leitura, obtendo uma pontuação que fique entre as 25% melhores do país. Esta é uma das conclusões do PISA, o relatório da OCDE que trianualmente avalia os alunos de 15 anos a matemática, ciências e leitura. No documento divulgado esta terça-feira, o foco esteve nesta última competência.

“Ser desfavorecido não é destino”, escreve a OCDE no relatório a propósito do desempenho destes estudantes portugueses. Ainda assim, a média da OCDE é mais alta do que a portuguesa e 11% dos mais carenciados conseguem ter bons desempenhos.

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