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Enquanto Portugal se prepara para uma nova fase do apoio à retoma progressiva (uma espécie de reedição do layoff simplificado), com o aumento dos encargos dos empregadores nos salários a partir de outubro, o Reino Unido começa a “dizer adeus” ao layoff, “uma das políticas mais generosas de sempre no apoio ao mercado de trabalho”, como descreveu o Financial Times.

Os britânicos mudam, assim, de estratégia, deixando de direcionar o dinheiro público de um apoio que paga às empresas para manterem os trabalhadores inativos (ou parcialmente inativos), para um outro que incentiva os funcionários a mudarem para setores mais produtivos e dinâmicos da economia, onde esteja a ser criado emprego. O enfoque vai, agora, ser colocado nos apoios à contratação de jovens, uma opção que é elogiada por economistas ouvidos pelo Observador, mas que, segundo os patrões, não seria realista em todos os setores em Portugal.

Apenas 6 mil empresas pediram o novo layoff

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