Há quem diga, com muita razão, que um Grande Prémio de Fórmula 1 se vê melhor na televisão. Estar no próprio circuito, numa bancada, implica ver os carros apenas quando estes passam por aquele determinado sítio; implica não saber o que acontece nas outras curvas; implica não assistir nem à partida nem ao fim da corrida. Mas depois há o outro lado da moeda. O barulho dos motores, a velocidade das mudanças de pneus nas boxes, as conversas dos pilotos com os mecânicos antes do arranque. E depois há aquilo que alguns comuns mortais com um pico de sorte, como os jornalistas, podem ver quando já ninguém está no circuito.

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Por exemplo, e logo à partida, como os elementos das equipas fazem exercício físico nos fins de semana de Grande Prémio, em que mal têm tempo para estar noutro sítio que não no hotel ou no circuito. A resposta é simples: fazem exercício físico na própria pista. Ao final da tarde de sábado, depois da qualificação onde Lewis Hamilton registou o melhor tempo na última volta a agarrou a pole-position do Grande Prémio de Portugal, vários membros de várias equipas lançaram-se aos quatro quilómetros do Autódromo Internacional do Algarve para uns minutos de jogging, como Franz Tost, antigo piloto e atual team principal da AlphaTauri ou até de bicicleta, como foi o caso do próprio Charles Leclerc.

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