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“O Estado é uma estrutura permanentemente condenada ao fracasso, o povo uma estrutura sempre condenada à infância e à fraqueza de espírito”: a frase é do escritor austríaco Thomas Bernhard e a sua veracidade pode ser mais facilmente comprovada quando Estados e povos são colocados sob tensão, como acontece durante uma pandemia. Houve quem visse nesta crise sanitária uma oportunidade para repensar a nossa atitude perante a vida e a forma como indivíduos e países se relacionam entre si e profetizasse que dela iria emergir um mundo mais solidário, menos desigual, menos competitivo, mais sustentável e mais “verde”. Porém, acumulam-se indícios de que nem os governos nem os povos ascenderam a um patamar superior de sensatez e empatia.

Cartoon na revista satírica Le Rire, 30.03.1907: “Só se ouve falar de vacinas, vacinas por todo o lado. Até os convites para festas terminam com a ameaça “Damos vacinas”

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