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Os líderes da União Europeia (UE) querem manter respostas comuns à escalada dos preços da energia, saudando a intenção da Comissão de prolongar os auxílios estatais e a compra conjunta.
O Conselho Europeu, segundo as conclusões já aprovadas, acolheu a intenção da Comissão Europeia de prolongar o quadro temporal de auxílios estatais para os setores industriais mais expostos, desenvolver um quadro de curto prazo para otimizar a capacidade e a eficiência das refinarias da UE e ainda de tomar iniciativas para agregar a procura de energia numa base voluntária.
Os líderes dos 27 sublinharam também que a situação atual “exige urgentemente uma resposta europeia coordenada, baseada em medidas direcionadas e temporárias, tendo em conta as circunstâncias específicas dos Estados-membros e salvaguardando o Mercado Único”.
Assim, os chefes de Estado e de Governo da UE convidaram o executivo comunitário “a analisar e a propor, conforme necessário, novas medidas para fazer face à subida acentuada dos preços da energia a curto prazo, tendo em conta as circunstâncias específicas dos Estados-membros, incluindo as diferenças nos preços da eletricidade”.
[Annie conhece o ministro do Interior de Cuba há muito tempo, mas a paixão que os une é relativamente recente. É justamente nessa altura que Zé Manel, como ela lhe chama, vai ser implicado num dos maiores escândalos da liderança de Fidel Castro. O “Caso Ochoa” envolve droga, fuzilamento, prisão e o narcotraficante mais conhecido do mundo: Pablo Escobar. Já pode ouvir o quinto episódio de “Os Escândalos de uma Revolucionária”, o novo Podcast Plus do Observador. Está disponível no site do Observador, na Apple Podcasts, no Spotify e no Youtube.]
Os líderes da UE terminam esta sexta-feira, em Bruxelas, uma cimeira onde se debateram novas medidas para conter os preços da energia e avançar nas negociações do próximo orçamento comunitário, tendo ainda na agenda o apoio financeiro à Ucrânia, estando Portugal representado pelo primeiro-ministro, Luís Montenegro.
Os preços da energia dispararam com a guerra lançada por Israel e os Estados Unidos contra o Irão, que alastrou na região perturbando, nomeadamente, o comércio de petróleo.