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Devemos temer a inteligência artificial ou abraçá-la para resolver os problemas da sociedade? A resposta não é certa. Contudo, no FAIR (Facebook Artificial Intelligence Research), o centro de investigação de inteligência artificial do Facebook, trabalha-se para resolver este tipo de questões. Como explica ao Observador o máximo responsável pelo centro, Yann LeCun, que recentemente foi um dos premiados com o prémio Turing (o “Nobel da Informática”): “Não resolvemos a inteligência artificial, ainda”.

Facebook impõe mais restrições nos vídeos em direto depois do ataque na Nova Zelândia

A 15 de março, o atentado em Christchurch, na Nova Zelândia, mostrou como a inteligência artificial pode ser crucial para o trabalho do Facebook. O vídeo do massacre que matou 51 pessoas foi transmitido em direto na rede social fundada e gerida por Mark Zuckerberg. Automaticamente, a filtragem automática retirou 1,5 milhões de vídeos ligados ao ataque. O problema? Mesmo assim, o vídeo não desapareceu por completo da plataforma e o terror causado pelo australiano de extrema-direita Brenton Tarrant pôde ser visto e revisto por inúmeros utilizadores.

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